sábado, 22 de setembro de 2018

Selma, A Galinha Carijó

EDIÇÃO Nº 225
SELMA, A GALINHA CARIJÓ

          Há muito tempo atrás, na época que até os animais falavam, havia uma Fazenda habitada por adoráveis criaturinhas, eram diferentes tipos de aves, animais de estimação e uma patrulha do barulho, Galos e Galinhas, que viviam aprontando pelos galinheiros dos quintais...
          A Galinha Selma se achava a dona do pedaço, vivia falando para os animais visitantes: - Vão embora! “Cada um em seu quadrado”. E os animais saiam correndo, com medo das bicadas dela, pois Selma colocava qualquer bichinho grande ou pequeno para fora do seu poleiro. A Galinha vivia desfilando toda formosa e ciscando os milhos que ficavam espalhados pelos caminhos, ela andava toda faceira, balançando seus quadris, que a sua bela plumagem branco acinzentada voava pela ação do vento. A deslumbrante Galinha Carijó vivia esnobando o Galo José que era perdidamente apaixonado por ela, porém de pirraça ela vivia soltando suspiros de amor pelo Galo Terêncio, conhecido nos galinheiros, como o bonitão. O Galinho José não era considerado como bonito, pois era de uma única cor e bastante franzino, mas muito bom de coração, ele gostava de ajudar as outras aves. Já o Galo Terêncio era da raça Pedrês, ele tinha um topete de despertar emoções, um verdadeiro galã dos galinheiros. Mas, nem sempre a aparência comprova a evidência...
          Um certo dia, chovia bastante naquela fazenda, o cenário era desesperador, pois os galinheiros estavam totalmente alagados não havia quase nenhum lugar que estivesse enxuto por lá, o chão estava todo encharcado de lama, que dificultava a locomoção das aves, Galos e Galinhas, principalmente as Galinhas Caipiras/Poedeiras (galinhas criadas para pôr ovos), pois elas precisavam aquecer os ovos. Mesmo com muita chuva, Selma resolveu passear para se amostrar para o Galo Terêncio, pois o mesmo havia conseguido um lugar mais ou menos enxuto no poleiro mais alto do galinheiro. Assim, Selma olhou para o alto e disse a Terêncio:
          - Olá Terêncio! Eu posso ficar ai com você?
          - Olá beldade! Estou no lugar mais alto daqui, tenho certeza que você não vai conseguir subir. Fique na sua! Disse-lhe Terêncio esbanjando indiferença.
          O Galinho José ouvindo toda conversa, ficou com peninha da sua amada e resolveu oferecer à Selma o seu lugar. E disse-lhe:
          - Selminha, você quer ficar aqui comigo? Sei que não é muito alto, mas meu poleiro está enxuto. 
          - Como ousas falar comigo, José! Limite-se a sua mera insignificância. Selma disse-lhe.
          - Perdão, por favor! Não queria me meter na sua vida. Disse-lhe José.
          Somente se ouvia no galinheiro muitas e muitas risadas: có, có, ró, có, có... có, có, ró, có, có... có, có, ró, có, có... O Galo José permaneceu cabisbaixo e muito triste, seu semblante era de pura decepção, pois ele gostava realmente dela. A Galinha Selma foi passando por cima dos outros Galos, Galinhas e Pintinhos, escalando os poleiros para chegar até Terêncio. Mas, algo terrível aconteceu, a galinha em um voo desajeitado despencou lá de cima e caiu humilhada no chão, ficando completamente suja de barro molhado. O Galo bonitão, o tal de Terêncio, nem saiu do lugar. Enquanto isso, o Galo José pulou, rapidamente, para junto da Selma, na intensão de socorrê-la.
        
  - Selminha, fale comigo! Você está bem? Por favor, fale comigo! Disse-lhe o coitadinho do Galo José quase chorando.
          - José, estou um pouco dolorida, mas penso que estou bem. Respondeu-lhe Selminha.
          - Selma, cuidado ao se levantar para não machucar as suas perninhas! Deixe que eu te ajudo! José falou com todo carinho e segurou pelas duas asinhas da amada ajudando-a.
          Enquanto isso no poleiro, somente se ouvia risadas: có, có, ró, có, có... có, có, ró, có, có... era o Galo Terêncio que não parava de sorrir.
          A Galinha Selma estava horrorizada com a situação formada, ela nunca poderia imaginar a frieza do Galo Terêncio e a bondade do Galo José...
          Na manhã seguinte, as chuvas cessaram, o sol resplandeceu no horizonte, seus raios brilhantes e quentes conseguiram enxugar o terreiro do galinheiro. A Galinha Selma permanecia bem quietinha, descansando no primeiro poleiro, que foi cedido pelo Galo José, pois ele estava bem juntinho dela, cuidando do local, vigiando para ninguém a incomodar. Ela abriu seus belos olhinhos pretos e falou:
          - José, muito obrigada! Perdão, pelas minhas grosserias! Eu desconhecia os seus valores, sua bondade. Agora, muito te admiro!
          - Selma, não é somente bondade! Não precisa pedir perdão, você sabe que te amo! Respondeu-lhe bem calmamente.
          José abrigou Selma nas suas asinhas franzinas, mas bastante acolhedoras, esquentou seu coração e colocou para fora tudo que sentia por ela. Assim, os dois permaneceram juntinhos durante longas e longas horas...
          Os tempos passaram e a Galinha Selma aprendeu com aquela dura lição, ela passou a valorizar mais as outras aves, reconhecendo os nobres valores de cada uma. Selma e José se casaram, ela chocou muitos ovos e os seus pintinhos eram tão lindos quanto a mamãe Selma e o papai José.
         Segundo o ditado popular: “Quem vê cara não vê coração”.


         Elisabete Leite – 17/09/2018
Alguns conceitos:
Enxuto – local onde não chove ou não está molhado.
Galinheiro ou Capoeira – é o nome dado a um galpão ou local onde se localiza o ninho, bem como lugar onde as galinhas são mantidas.
Poleiro – galho de árvore, pau roliço ou espécie de escada onde se acomodam as aves para dormir ou descansar.
Topete de galo – cabelo levantado (várias penas), na parte anterior da testa.

Nossas Pesquisas:  https://www.dicio.com.br
Wikipédia 


Desing: Isabelly Leite
https://www.instagram.com/oceanisaa/

CASAMENTO NO GALINHEIRO

O Galinheiro estava todinho em festa
Era o casamento da Selma com o José
As aves dançavam ao som de seresta
Comidas de milho, chá e um bom café...

Galos e Galinhas felizes lá no quintal
Aguardavam o enlace daquela união
Foi instalado um poleiro de bom metal
Para suportar pulos de muita animação...

Selma, a galinha, estava bem animada
Era momento de entregar o seu coração,
Ao Galo José, uma história encantada
De bastante amor, paz e pura emoção...

José de alma nobre foi o real escolhido
Um Galo franzino, mas que sabia amar
Ele foi um amigo, admirado e preferido
Era o Galo mais perfeito daquele lugar...

Assim, Selma estava feliz e orgulhosa
Ela se casará com vestido de princesa
Será uma Galinha meiga, bem formosa
As atitudes de José superaram a beleza.

Elisabete Leite – 17/09/2018

  A VARINHA MÁGICA

Andava sozinha em uma noite de luar
Encontrei algo brilhante à minha frente
Tinha cores leves, uma estrela a brilhar
Achei aquilo mágico, foi bem diferente...

Logo, o objeto pulou em minhas mãos
Segurei-o contra o peito, pura emoção!
Apertei com força junto ao meu coração
Cintilava tanto que deixei cair no chão...

Olhei bem firme para o objeto reluzente
Notei que era uma linda varinha mágica
Girou... rodou, rodopiou, na minha mente
Iluminava e mostrava o caminho de casa...

Na verdade, era uma varinha de condão
Ela me fez voltar, de novo, a ser criança
Deixou-me a sorrir, com a sua perfeição
Trouxe para mim, vida nova, Esperança.

Elisabete Leite



Leitura Complementar


Os Carijós


Os indígenas que habitavam a costa Sul da Capitania de São Vicente, desde a Cananéia até o Rio Grande do Sul, formavam a Nação Carijó, na época da descoberta os navegadores registraram que de todos os indígenas que viviam no Brasil, os Carijós eram os mais amistosos.

Seus usos e seus costumes não eram muito diferentes dos demais indígenas brasileiros. Viviam seminus, ou em algumas aldeias totalmente nus, adornavam seus corpos com peles e penas de aves exóticas, moram em choças cobertas de palhas de palmeiras, sendo que as paredes eram de pau a pique, utilizavam colares de coqueiro jerivá, reuniam-se em tribos, cada uma reconhecia um chefe. Não há registros por parte dos navegantes que utilizavam-se da antropofagia.

Alimentavam-se basicamente da caça e da pesca, ao contrário dos europeus que cozinhavam a comida, os indígenas utilizavam muito os assados. a agricultura era rica em tubérculos, utilizavam a mandioca para a produção da farinha e desta fabricavam bejus e outros pães assados na folha de bananeira, já o aipim comiam cozido ou assado na fogueira.

Eram fantásticos arqueiros, aprendiam a caçar desde crianças. Possuíam alguns instrumentos de sopro e percussão, cantavam e dançavam durante os cerimoniais festivos, principalmente os cerimoniais de iniciação e passagem, e nestes serviam bebidas a base da fermentação de cereais.

Na cestaria eram brilhantes, produziam peneiras, tipitis, brincos, colares, balaios, cachiches, cordas, redes, cestos, e principalmente esteiras.

Nos registros dos navegantes tais indígenas recebiam muito bem os navegantes que aportavam em suas terras, fornecendo-lhes gêneros tropicais, água fresca, suprindo os navios com víveres, mantimentos e muita lenha.

Em troca de suas provisões recebiam miçangas coloridas, espelhos, facas, e outros objetos de pequeno valor os quais admiravam e os utilizavam no cotidiano. A cobiça de o desejo em obtê-los em maior quantidade, levou-os a negociar indígenas que caçavam em aldeias vizinhas.

Quando tratados com a crueldade dos navegantes europeus, retraíam-se ao interior das matas, retornando com muita força, atacando com arco e flechas, incendiando tudo o que podiam, o que impossibilitava a presença dos navegantes invasores.



A Nação Carijó



Vídeo de Hoje: A Galinha Pintadinha








17 comentários:

  1. Lisonjeada, agradecida, feliz e realizada, por mais um conto compartilhado no blog, principalmente pela minha filha Isabelly Leite ter uma participação especial no desing da atriz principal, a Galinha Selma, que ficou belíssimo. Este conto é muito especial, foi bastante prazeroso narrar a história desses animais fascinantes. Tenho muito o que agradecer ao meu irmão, poeta Jorge Leite pelas deslumbrantes e expressivas ilustrações que deram vida as personagens, eu me apaixonei pelo poema da "A VARINHA MÁGICA". Ficou uma página educativa, informativa, lindíssima e lúdica. A pesquisa sobre os índios Carijós foi de grande ensinamento. E para fechar o grande espetáculo o vídeo da Galinha Pintadinha. Estou chorando aqui de muita emoção. Obrigada aos amigos, leitores, isabelly, Jorge e a todos os meus familiares! Ótimas leituras e feliz sábado! Beijos

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  2. Sensacional ficou seu conto infantil amiga poetisa Elisabete Leite é uma narrativa encantadora, com uma mensagem digna de muitos aplausos, a magia dos animais e o seu fascinante enredo. Os poemas brilham tanto quanto a Varinha Mágica que muito ensina. Tenho que parabenizar também o poeta e grande ilustrador Jorge Leite, ele foi preciso na escolha das imagens ilustrativas, a pesquisa sobre os Índios Carijós, que informam e ensinam o leitor. Quero parabenizar a jovem Isabelly Leite, filha de Bete, pelo lindo desing da atriz principal, os traços do desenho estão excelentes. Finalmente, voltei a ser criança com o vídeo da Galinha Pintadinha. Aplausos pelo conjunto e abraços a todos!

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  3. O conto é lindíssimo e capta exatamente o que as crianças amam. Obrigada pela oportunidade de fazer uma ilustração para o blog. O contexto da história ilustração e leitura sobre os índios Carijós só deixaram o conto mais completo.

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    1. Obrigada pelo lindo desenho, leitura e gentil comentário, muito feliz pela sua participação. Eu estou orgulhosa de você. Volte sempre! Beijos

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  4. Elogiar o conto da Elisabete Leite é pouco, dada a facilidade que ela tem em criar histórias infantis muito interessantes. Gosto muito da maneira como escreve para a criançada que deve ficar fascinada, e em particular, pelo castigo imposto à orgulhosa galinha Selma. Que sirva de lição para as crianças, que orgulho e vaidade não são bons exemplos para suas vidas.
    Isabelly, parabéns pelo desenho da Selminha. Amei!
    Mais uma lição pra nós...essa narrativa sobre os Carijós (até rimei! Có coçó ró có có!)
    Adorei os dois poemas da Bete..."Casamento no Galinheiro" e "A Varinha Mágica". Parabéns a todos.

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  5. Que lindíssimo Conto querida amiga Elisabete Leite, é uma fascinação de página, uma história mágina com grandes lições, não só para as crianças, para os adultos também, que devem repensar sobre os pobres sentimentos, principalmente o egoismo, o orgulho e a vaidade,pois são causadores de brigas e falta de amor. Hoje o sábado, aqui no blog, é uma aula extra-classe com grandes ensinamentos, até nos poemas se ensina de maneira lúdica, rimando lindamente na cadência dos versos. As ilustrações, como sempre complementam o tema, pois dão um colorido e vida aos animais personagens. Um show o vídeo da Galinha Pintadinha. Agora falar do desenho feito pela jovem Isabelly muito me emociona, a delicadeza dos traços é puro encantamento, continue menina, pois a Selminha ficou linda, como diz a grande poetisa Socorro Almeida. Parabéns a todos! O amigo poeta Jorge é um grande ilustrador. Abraços

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    1. Amiga Geovanna, obrigada por me citar no seu comentário. Como vê, temos mais uma figura ilustre no grupo, a designer Isabelly Leite. Que ela seja bem-vinda, não é? Um abraço.

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  6. Sou laurinha sua aluna dona bete eu gosto do conto o galo jose e bom e bonito a selma e bonita minha mãe leu comigo sabe um dia vou contar um beijo

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    1. Olá Laurinha, estou muito feliz pela sua visita e lindinho comentário! Que bom que sua mãe te ajudou e você gostou da historinha da Selma e do José. Volte sempre querida! Beijos 💖💜

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  7. Uma história maravilhosa para as crianças. Faço minhas as palavras de todos.
    Viajando...
    A serviço da Academia.
    Parabéns a todos pela linda página!
    Até a volta. Abraços

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  8. Uma página belíssima, fascinante, educativa, lúdica e bastante informativa. Um Conto muito lindo e mágico, com lições de vida para todas as idades, de autoria da consagrada poetisa e amiga Elisabete Leite, que hoje compartilha sua aula em parceria, com sua filha Isabelly Leite e o ilustre poeta e amigo Jorge Leite, que juntos fazem um espetáculo de aula. Lindos e educativos poemas, pesquisa informativa, que por sinal muito interessante, o vídeo é lindinho, igual a magia da criançada. Parabéns a todos pelas lições de casa. Bete, minha querida amiga, me orgulho de você! Abraços e boas leituras...

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  9. Um Conto sensacional, do jeito que gosto, com grandes ensinamentos, muita magia em um narrativa empolgante, com ação, lições e dados informativos. As personagens são fascinantes, foram personificadas e passam ensinamentos para todas as idades. Belíssimas ilustrações, que falam na mesma sintonia do enredo. Os poemas sãos lindos e também educativos. A página toda é uma verdadeira aula. Amei o lindo desenho feito pela jovem Isabelly, tão especial quanto a mãe. Que família de gente inteligente. Aprendi muito com a pesquisa presente na leitura complementar. E o vídeo é fofinho. Parabéns a todos pela riqueza de página! Abraços

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  10. Excepcional Conto minha amiga poetisa Elisabete Leite. Um história mágica com lições de vida, onde a criançada aprende de maneira lúdica e engraçada, um mundo de encantos, onde os animais contam histórias que ensinam. As ilustrações também falam e completam o tema. A página toda é um aula extra que o blog está compartilhando. A garota Isabelly Leite vai pelo caminho certo e faz um lindo desenho da personagem Selma. A pesquisa é muito interessante e informativa sobre Os Índios Carijós. O vídeo é o universo da criançada. Um verdadeiro show! Parabéns a todos pelo conjunto da página! Bom sábado e abraços...

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  11. Uma página recheada de muita magia, um conto fascinante e delicioso de ser lido da querida amiga Elisabete Leite, uma história com muitos ensinamentos e lição de vida. As imagens ilustrativas são adoráveis e pertinentes a temática. Excelente pesquisa, uma aula de história sobre os Índios Carijós. Gostei muito do desenho da Galinha Selma feito pela filha de Bete, Isabelly Leite, ela tem futuro. O vídeo da Galinha Pintadinha é puro encanto. Parabéns Bete como também a todos pela arte final. Abraços e feliz final de semana...

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  12. Hoje não vou falar da Betinha, minha irmã contista e poetisa de primeira, hoje vou tecer meus elogios a essa desing que explode em competência, sentimentalismo e beleza. Hoje meus elogios são para Isabelly Leite. Acompanhar suas dúvidas, acompanhar suas escolhas e ver que uma ainda criança encontra seu caminho, no qual demonstra seu talento,é algo maravilhoso. Estou encantado minha pequena Isabelly, meus parabéns. Tenhi certeza que publicarei viários trabalhos seus. Mais uma vez parabéns

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  13. Boa noite pessoal! Passando para comentar o belíssimo e educativo Conto da professora Elisabete, que sempre traz temas importantes para o desenvolvimento da criançada. Eu e meus alunos acompanhamos o blog nas publicações infantis. Gostei das imagens e da pesquisa. Vou trabalhar com meus alunos o conto. Parabéns e amei o desenho feito pela filha da professora. Sucessos!

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  14. Venho prestigiar meus amigos queridos, com este deslumbre de página. O Conto da minha amiga querida Elisabete Leite é puro encantamento, muita magia que faz até os adoráveis e fofinhos animais passarem seu belíssimo recado. As mensagens de ensinamento e lições de vida. As ilustrações são apropriadas para o universo infantil, o lúdico do enredo deixa qualquer um ser de novo criança. Tudo perfeito na arte final do amigo poeta Jorge Leite, as Pesquisas e o vídeo. Agora, falar da arte da pequena Isabelly fascina qualquer um. A personagem Selminha ficou até mais bonita. Os lindos poemas completam o tema. Parabéns a todos e tantas saudades... Beijos

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