domingo, 18 de novembro de 2018

Histórias Que Mamãe Contava

Edição Nº 250 - Tema Adulto


LENDAS URBANAS: HISTÓRIA QUE MAMÃE CONTAVA


A ROSA PÚRPURA

          Marina não conseguia controlar a dor que estava sentindo, pela perda de sua amiga Adriana; parecia até que um punhal perfurava o seu coração e dilacerava a sua alma, ela sentia como se o sangue estivesse jorrando das suas entranhas e tingindo de vermelho todo o seu vestido branco. A garota precisava ser muito forte, pois Marina prometeu, antes da morte da sua melhor amiga, que quando Adriana morresse ela iria deixar uma Rosa Púrpura no túmulo da mesma, exatamente no quinto dia da morte dela. Morte essa que foi complicada e inesperada e, causada por um Aneurisma Cerebral, mas o que Marina não esperava, era que isso fosse acontecer de verdade e Adriana morresse tão repentinamente e, como promessa é dívida, ela precisava pagar, pois justamente hoje, é o quinto dia do transpasse de Adriana . Marina estava muito preocupada porque ela não havia conseguido encontrar uma rosa da cor púrpura, assim ela resolveu levar uma rosa branca que simbolizava a Paz. A garota olhou para o relógio e viu que já passava das 16h00 horas, ela sabia que precisava se apressar, pois lá no Cemitério escurecia muito rápido e assim, ficava difícil localizar no escuro o túmulo da sua amiga...
          Já passava das 17h00 horas quando Marina chegou ao Cemitério e foi direto à sala de informações; por trás do balcão estava um senhor organizando um fichário e assim, ela se aproximou dele, pois queria saber a localização precisa do túmulo da amiga e logo, perguntou-lhe:
          - Boa tarde, moço! O senhor pode me tirar uma dúvida?
          - Desculpas dona moça, mas já encerramos por hoje as nossas atividades! Respondeu-lhe o senhor.
          - Senhor, a porta estava aberta e por isso eu entrei. Onde fica a Alameda das Flores – Quadra 10? Perguntou-lhe Marina.
          - Senhorita, eu falei que já fechamos! Respondeu-lhe mais uma vez o homem.
          - Senhor, eu prometo que serei rápida, por favor! Insistiu-lhe Marina.
          - Senhorita, siga sempre em frente pelo caminho principal de pedra e vá contando até a décima entrada que elas são numeradas. Disse-lhe o homem com um ar de zangado.
          Marina seguiu pela estrada de pedra, foi contando os corredores vazios daquele lugar, o local era sombrio, triste e muito assustador, nem uma viva alma, apenas túmulos e lembranças perdidas na imensidão do tempo... O sol já estava se pondo e os crepúsculos começavam a tingir de alaranjado o azul celeste. Os olhos cheios de temor da garota percorriam todos os lugares, o vento soprava e trazia um aroma de alfazema que inebriava os seus sentidos e deixava a jovem tonta e nauseada, é nesse tormento que Marina avista o túmulo de Adriana, as flores da coroa que ela mesma havia deixado no dia do sepultamento já estavam totalmente murchas, a garota se ajoelhou na lápide fria do túmulo e começou a chorar em silêncio, colocou a Rosa Branca em cima da catacumba e ficou lá quedada. De repente, o rosto de Adriana apareceu por entre as flores murchas da coroa e começou a sussurrar:
      
    - Marina, está Rosa não é Púrpura! Você me prometeu uma Rosa Púrpura.
          Marina fechou e abriu os olhos, pois achava que estava sonhando e, logo pensou: “Meu Deus, será que estou louca ou sonhando acordada!” Como por um impulso ela olhou para a sepultura ao lado e, lá estava uma Rosa Púrpura, tão linda, radiante e pura, pois era uma mistura perfeita de duas tonalidades, o azul-marinho e vermelho-carmim, duas cores que se fundiam e se misturavam entre si. O que parecia mais estranho naquilo tudo era que a Rosa Púrpura se aparentava viva, como se tivesse sido colhida naquele exato momento e sem hesitar Marina pegou a Rosa Púrpura do túmulo vizinho e colocou-a no túmulo da sua amiga, achando que havia cumprido a promessa... Foi quando ela sentiu uma mão gélida em seu ombro direito, então, a garota percebeu o sangue congelar dentro das suas veias e artérias, ficou sufocada e com falta de ar, é nesse clima de medo e terror que o porteiro quebra o silêncio:
          - Moça, eu já estou indo embora! A senhorita vai dormir com os mortos?
          - Meu Deus, que susto! O senhor está ficando louco, pois parece que quer me matar do coração. Mas, já é noite mesmo! Podemos ir embora agora, por favor! Respondeu-lhe Marina ainda perplexa com a situação formada...
          Marina entrou em casa abatida, triste, perturbada e cansada, era como estivesse carregando um peso enorme e, mal entra na sala, sua mãe já começou a bombardeá-la com conversas sem fundamentos:
          - Marina, onde você estava? Filha, já é noite e eu já não aguento mais atender tantos telefonemas estranhos.
          - Eu estive no cemitério, mamãe! Telefonemas estranhos, de quem? Perguntou-lhe a jovem.
          - Uma voz cansada, rouca, misteriosa e insistente perguntava por uma tal de Rosa Púrpura, estou aqui morrendo de medo.
          Marina ficou aterrorizada com a tal história dos telefonemas. Quando o telefone toca novamente, a garota sentiu um frêmito percorrer pelo seu corpo todo. Criou coragem e falou para sua mãe:
          - Pode deixar mamãe que eu atendo dessa vez! – Alô... Alô! Foi quando ouviu uma voz suplicante que dizia: - Eu quero a minha Rosa Púrpura! Cadê a minha Rosa Púrpura que você tirou de meu túmulo?
          Marina não conseguia acreditar no que estava ouvindo e, dai por diante o telefone não parou mais de tocar. Ela precisava resolver aquela situação, porém o cemitério já estava fechado naquela hora, a garota pediu que sua mãe ficasse calma e foi para o quarto procurar dormir, mas ela não conseguiu pregar o olho e, mal amanheceu Marina foi ao cemitério tentar consertar o seu erro. Ela entrou correndo naquele sombrio lugar, sem olhar para nada a sua volta, então, parou diante da sepultura da sua amiga e, para sua surpresa a Rosa Púrpura não estava mais lá. Assim, olhou para o túmulo vizinho e percebeu que não era o mesmo, o pavor tomou conta dela, pois já não sabia se tinha sido sonho ou realidade, não conseguia enxergar nada à sua frente, saiu correndo aos prantos daquele local, atravessou a rua sem olhar para os lados, foi quando um ônibus que passava naquele exato momento atropelou Marina, que morreu no local do acidente...
          Alguns dias se passaram... Exatamente no quinto dia após a morte de Marina sua mãe foi levar flores para sua filha amada e, chegando lá viu que em cima do túmulo da garota havia uma Rosa Púrpura que jazia sem vida. Ela deixou a Rosa exatamente no mesmo local, colocou as novas flores e saiu em seguida.
          Como já dizia minha querida e sábia mãe nas suas narrações de histórias: “nunca tire nenhum objeto do cemitério, porque tudo que lá existe, os verdadeiros donos são os mortos...” Eu quero a minha Rosa Púrpura!
          São tantas histórias assim...
Elisabete Leite – 11/11/2018    
(Inspirada na Lenda Urbana: A Flor do Cemitério)




ROSA PÚRPURA

Ó que linda, és tu Rosa Púrpura!
Tua beleza encanta meus sonhos
Como tu és especial, meiga, pura...
O meu alvorecer desperta risonho.

Tuas pétalas não caem com o tempo
São perpétuas, pertencem só a mim
Sobrevivem ao sol, ao frio e ao vento
Fazem parte do aroma de meu jardim...

Tu és uma rosa de genuíno esplendor
A tua presença enobrece a minh’alma
Faz fluir os bons sentimentos, o Amor...

És antídoto que cura qualquer trauma
Tu aqueces o meu frio com o teu calor
O teu suave perfume é que me acalma.

Elisabete Leite



NOTAS DE RODAPÉ



LENDAS URBANAS

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São frequentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um "amigo de um amigo" ou de conhecimento público.

Muitas delas já são bastante antigas, tendo sofrido apenas pequenas alterações ao longo dos anos. Muitas foram mesmo traduzidas e incorporadas a outras culturas. É o caso, por exemplo, da história da loira do banheiro, lenda urbana brasileira que fala sobre o fantasma de uma garota jovem de pele muito branca e cabelos loiros que costuma ser avistada em banheiros, local onde teria se suicidado ou, em outras versões, sido assassinada.

Outras dessas histórias têm origem mais recente, como as que dão conta de homens seduzidos e drogados em espaços de diversão noturna que, ao acordarem no dia seguinte, descobrem que tiveram um de seus rins cirurgicamente extraído por uma quadrilha especializada na venda de órgãos humanos para transplante.

Muitas das lendas urbanas são, em sua origem, baseadas em fatos reais (ou preocupações legítimas), mas geralmente acabam distorcidas ao longo do tempo. Com o advento da Internet, muitas lendas passaram a ecoar de maneira tão intensa que se tornaram praticamente universais.

O termo "lenda urbana" aparece em impressos pelo menos desde 1968. Jan Harold Brunvand, professor de inglês da Universidade de Utah, introduziu o termo ao público em geral através de uma série de livros publicados a partir de 1981. Brunvand usou sua coletânea de lendas, The Vanishing Hitchhiker: American Urban Legends & Their Meanings, para enfatizar dois pontos: primeiro, que lendas e folclores não acontecem exclusivamente nas chamadas sociedades primitivas ou tradicionais e, segundo, que pode-se aprender bastante sobre as culturas moderna e urbana ao estudar tais lendas.[5] Desde então Brunvard publicou uma série de livros similares, sendo creditado como o primeiro a usar o termo "vetor" (inspirado no conceito de vetores biológicos) para descrever o indivíduo que ajuda a propagar uma lenda urbana.
 

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_urbana



Três Lendas Urbanas de Pernambuco:

O fantasma da Praça Chora Menino 

A Praça Chora Menino traz uma história que vem diretamente do século 19. O ano era 1831: o Recife enfrentava a Revolta Setembrada, onde soldados e civis pró-revolta saqueavam a cidade e cometiam todo tipo de atrocidade. Foram assassinadas centenas de pessoas que posteriormente foram enterradas na área onde hoje há a praça. Reza a lenda que quem vai à praça na madrugada escuta choro de menino.


A sedutora da curva de Dois Unidos

O pequeno bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife, tem vários relatos sobre a assombração de uma bela moça que aparece na curva próxima a uma antiga fábrica do local. Tudo começou quando um senhor meio cheio dos goró, altas horas da noite, se aproximou da fábrica e avistou uma bela mulher de longos cabelos loiros e corpo esbelto.
A mulher se aproximou do sujeito, perguntou se ele tinha um cigarro para lhe dar. O homem então começou uma conversinha animada com a moça e assim que a beijou, sentiu ossos pontiagudos. Quando abriu os olhos, viu que era só uma caveira em sua frente. Por isso, caro homem que gosta de tomar uma, tenha cuidado.

A menina sem nome de Santo Amaro

No cemitério de Santo Amaro, há uma menina enterrada sem nenhuma inscrição, sem nome, sem nada. Ninguém sabe ao certo qual a história dela ou como o corpo foi enterrado ali. Há relatos, porém, de uma assombração pequenininha, com formato de menina, que corre atrás dos carros que passam à noite nas ruas próximas ao cemitério. Há também quem acredite que a menina esteja mais pra santa do que assombração: pedidos a ela já foram realizados. Escolha o seu lado.

Nossa Pesquisa:
Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, 



O Jogo da Meia-Noite (Midnight Game)

Para “brincar”, os participantes devem começar a executar as etapas do ritual quando for exatamente 00:00 (meia-noite).
As regras e etapas do jogo são bastante específicas:
Passo 1: escrever seu nome completo numa folha de papel branco e molhá-lo com uma gota do seu sangue.
Passo 2: desligar todas as luzes do local onde estiver e colocar a folha de papel em frente a uma porta de madeira. Depois, coloque uma vela acesa sob o papel.
Passo 3: bata na porta 22 vezes, sendo que a vigésima segunda batida deve ser feita, coincidentemente, a meia-noite.
Passo 4: abra a porta, apague a vela, e volte a fechar a porta.
Pronto, você acaba de permitir que o “Homem da Meia-Noite” entre em sua casa!
O 5º passo é acender a vela imediatamente. A partir de agora a vela deverá ficar acesa durante todo o jogo!
O objetivo é fugir do Homem da Meia-Noite, que estará a sua caça até às 3h33 (três horas e trinta e três minutos), quando a entidade, supostamente, te deixará em paz para continuar com sua vida.
Caso a vela apague e você não consiga acendê-la rapidamente, saberá a grande besteira que fez ao participar deste jogo!
De acordo com esta lenda, o Homem da Meia-Noite cria alucinações aterrorizantes na vítima, antes de matá-la.
Caso não seja pego até às 3h33, também não significa que estará a salvo… pois, a partir de agora, o Homem da Meia-Noite estará sempre de olho em você!


VÍDEO - O Homem da meia-Noite
 



























19 comentários:

  1. Hoje, o domingo é de assombração! Estou resgatando as histórias que mamãe ne contava, as Lendas Urbanas, de maneira inovadora e bem mais real; aqui compartilho A ROSA PÚRPURA, a personagem Marina prometeu e pagou com a própria vida. Pois já dizia mamãe, que não se deve incomodar os mortos e, nem tão pouco tirar qualquer objeto de alguém, que na verdade tem dono. O Conto de hoje é o segundo da série, com muito tempero, mistério, suspense e uma pequena dose de terror. Estou muito feliz, realizada, lisonjeada e agradecida por mais um Conto publicado em nosso Blog. As ilustrações estão de arrepiarem qualquer um, já as pesquisas e vídeo, até agora estou tremendo sem parar. A página de domingo e sombria e surpreendente. Uma Lenda Urbana de deixar a imaginação voar... Uma excelente Leitura a todos. Cadê a minha Rosa Púrpura? Beijos e até o próximo Conto pessoal!

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  2. Eita, amiga poetisa Elisabete Leite, que página assombrada, mais um conto surpreendente e recheado de muito mistério, suspense e terror, até eu estou com medo, a segunda série e mais assustadora ainda que a primeira. As ilustraçoes estão de tirar o fôlego, as pesquisas e casos de Lendas Urbanas Pernambucadas têm muita cultura e tradição, estou achando perfeito os detalhes de horror contidos nessa página. O poema é belíssimo e bem clássico. Gostei de tudo nesse show de assombração. Pelo amor de Deus, o jogo da Meia-Noite é de deixar os cabelos em pé. Os irmãos Leite são D+ em criatividade e inteligência. Parabéns e aplausos pelo sucesso do blog. Show!!!

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  3. Que nos perdoem os amigos, hoje fizemos uma página quase perfeita. Um conto excelente da contista e poetisa Elisabete Leite, um lindo soneto, pesquisas repletas de conhecimentos e um vídeo que parece ter sido feito para a página. Complementando tudo, ilustrações que criaram um clima de assombração. No centro o conto (o Rei Sol), em volta como um planetário, os demais conteúdos. Parabéns Elisabete Leite. Abraços e um bom domingo para todos. Boa leitura.

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    1. Obrigada querido Jorge, o planetário completa o universo e ajudar a embelezar aida mais o cenário. A nossa parceria é um show de arte, cultura e tradição. Para mim, a página está perfeita! Parabéns e beijos...

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    2. Observação: o Blog Maçayó ganhou mais um "Marcador", quem quiser lê o conto anterior é só clicar em "Lendas Urbanas".

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  4. Sensacional domingo de assombração no blog. Uma página surpreendente, com um Conto belissimo e aterrorizante da amiga Elisabete Leite, temperado com todos os condimentos necessário para uma narrativa de boa ação. O enredo está envolvente de muito suspense, mistério e um toque peculiar de terror. As ilustrações estão impecáveis e bem originais, pertinentes ao tema abordado pela grande contista. Verdade Bete, sua mãe tinha toda razão, pois não se deve incomodar os mortos e não prometer o que não se pode cumprir. Também achei a segunda série mais assustadora ainda. O vídeo é de arrepiar, mas esse jogo nunca pretendo jogar. Parabéns aos poetas e sucesso sempre. Estou arrepiada até agora amigos! Que show... Tudo perfeito! Saudades...

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  5. Ufa, poetisa amiga Elisabete Leite! Que conto belíssimo e surpreendente, muito suspense, mistério e terror, uma página de domingo de assombrações e Lendas Urbanas, todo enredo é de pura assombração, gosto bastante dessas narrativas que predem o leitor do início ao fim. Depois disso, nunca mais irei ao cemitério para incomodar os mortos, passarei longe de quem não conheço. As ilustrações são de arrepiar qualquer pessoa, bem pertinentes a temática. O vídeo nem se fala, ainda estou assustado, já o poema fecha a página com chave de ouro. Parabéns aos poetas pela espetacular página de domingo e aplausos pelo seu magnífico conto poetisa. Abraços a todos!

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  6. É na verdade um domingo de assombrações nesse blog. Um conto belíssimo, muito bem narrado e envolvente, um tema de muito mustério, suspense e terror a vontade. O poema está magnífico e bem clássico, que perfeição de soneto. As ilustrações foram escolhidas por quem sabe emocionar e hoje assustar também. O vídeo é aterrorizante, que até eu senti muito medo. O leitor têm muito para se apavorar. É amigos, a segunda série de Lendas Urbanas é fastástica mesmo! Abraços e ótimas leituras a todos... Boa tarde!

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  7. Uma página realmente muito assustadora, mais uma história de Lendas Urbanas. Nossa amiga poetisa Elisabete Leite compartilha nesse domingo um brilhante Conto de muito mistério, suspense e terror no ar, não devemos prometer o que não se pode cumprir, brincar com o desconhecido pode ser perigoso e custar a própria vida. As imagens ilustrativas estão pertinentes ao tema de horror abordado no Conto. O poema é perfeito, com seus versos clássicos. Já o vídeo é de arrepiar mesmo, jamais jogaria com algo assim. As pesquisas são cultural. Amei essa página magnífica de domingo. Parabéns aos poetas e abraços... tudo perfeito por aqui!

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  8. Estou literalmente assustada com essa página de domingo. Hoje, a poetisa Elisabete Leite compartilha um conto surpreendente com muito mistério. A personagem do conto nos envolve no suspense e em uma boa dose de terror. A nossa grande contista se superou mais uma vez, fiz a leitura das duas séries publicadas e amei a maneira como foram narradas. As ilustraçőes estão realmente assustadoras e completam o tema do conto. Brincar com os mortos e o desconhecido nunca, pois o vídeo comprova essa teoria. O poema é excelente e completa o tema, como também as pesquisas. Pararabéns aos poetas por esse domingo cultural. Abraços e bom domingo a todos. Show e muito show!!!

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  9. Sou professor de Filosofia, que hoje estou passando por aqui para comentar esse conto misterioso e assustador, gosto dessas narrativas de suspense e terror. O enredo é envolvente e conduz o leitor ao clímax final da Lenda Urbana. Já tive a chance de lê várias histórias de suspense da escritora Elisabete Leite e gosto de todas. Especialmente a de hoje está perfeita. Gosto de como foi ilustrado o tema e, o vídeo é forte e muito interessante. Lindo e expressivo o soneto e as pesquisas também completam o conto. Parabéns aos diretores do blog. Excelente domingo a todos e abraços!

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    1. Olá Professor Pedro que bacana você comentar e interagir no blog, fico feliz que tenha gostado do conto e da página de hoje. Obrigada pela visita e volte sempre! Abraços

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  10. Muito interessante a história de Adriana e Marina. Melhor ainda o final. Gostei bastante.
    Conheço a lenda da Menina sem nome. De fato existe esse túmulo no Cemitério de Santo Amaro.
    Parabéns, Bete, pela escolha do tema.
    Lindas ilustrações.
    Bjos

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  11. Excelente conto professora Elisabete Leite, uma verdadeira riqueza cultural, suspense, mistério e um toque de terror presente, mas que fazem parte das Lendas Urbanas. As ilustrações estão completando o tema, assim como o vídeo e a pesquisa. Muito lindo seu soneto. Parabéns poetas pela excelente página. Abraços e feliz noite a todos!

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  12. É sim amigos uma página de domingo assustadora, com um conto surpreendente e rico culturalmente, muita ação, suspense, mistério, com todos os contimentos que uma boa Lenda Urbana precisa ter e, a poetisa amiga Elisabete Leite não economizou em nada. Não devemos incomodar os adormecidos, pois eles precisam descansar. As imagens ilustrativas acompanham perfeitamente o tema do conto, como também o vídeo aterrorizante e as pesquisas. O poema está perfeito, estilo mais clássico, como Bete gosta... parabéns aos poetas pela página sensacional e a aplausos para o sucesso do blog. Abraços a todos e uma boa noite!

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  13. Interessante o conto e a tematy da página hoje, me fez lembrar quando vrianca e minha avo nos contava histórias de terror que fascinava e assombrava a todos.

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  14. Bom dia amigos, alunos e leitores em geral, quero agradecer a todos vocês pelas ilustres visitas, leituras e gentis comentários. Fico feliz e lisonjeada, com tanto carinho. Muito obrigada de coração. Beijos e feliz semana...

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