domingo, 27 de janeiro de 2019

Um Hitchock de Elisabete Leite

Ano II - Edição Nº 279 - Tema Adulto
Tema das Ilustrações - Filmes de Alfred Hitchcock




                           

ANTES DO FUNERAL

          Albertina, entregue aos seus devaneios, olhava atônita a chuva pela vidraça turva da janela que caia tempestuosamente e molhava o piso ocre da varanda. O dia estava pardacento, os ventos sobravam em todas as direções e, ela precisava ser forte, principalmente naquele momento, em que estava acometida pela dor da sua perda. A morte trágica e repentina de Alfredo Salazar estava deixando-a enlouquecida...
          Logo ela iria para o funeral do amado esposo e começou a lembrar-se da noite anterior a sua morte. Alfredo estava diferente, entrou na sala de jantar cambaleando, falando alto como se estivesse discutindo com alguém, mas entrou surpreendentemente sozinho. Albertina que era casada há muito tempo com Alfredo jamais tinha o visto assim. levantou seus olhos desanimados diante à cena, falou calmamente com o marido:
           - Querido Alfredo, venha tomar um pouco de chá comigo, é que estou sentindo você tão distante, como se estivesse ausente dos nossos momentos de amor. Sinto-me tão sozinha!
          - Querida Albertina, temos problemas financeiros, a nossa papelaria não está crescendo como eu pensava, com a nossa casa hipotecada é natural que eu esteja preocupado. Respondeu-lhe rápido, pois tinha um olhar perdido na imensidão do tempo.
          - Meu amado, vamos resgatar o seguro que você pagou durante tanto tempo. É para isso que serve querido! Disse-lhe Albertina.
          - Meu bem, o seguro que paguei foi de “vida” garante a proteção dos beneficiários aos herdeiros, em caso de meu falecimento, mas ainda estou vivo e quero continuar assim. Respondeu-lhe Alfredo e saiu imediatamente da sala.
          Albertina permaneceu tomando seu chá, ela estava temerosa pelos acontecimentos, mas precisava descansar, após o chá subiu, lentamente, as escadas em direção aos seus aposentos, foi quando entrou no quarto do casal que se deparou com a pior cena de toda a sua vida. Encontrou Alfredo baleado, caído no chão do quarto, completamente inerte, parecia morto e tinha um revólver em sua mão direita, o sangue escorria, ainda da cor de rubi, pela boca, nariz e ouvidos, seus olhos estavam esbugalhados, como houvesse levado um susto ou se surpreendido com alguma coisa. O cenário era de filme de terror, pois tinha sangue espalhado em várias direções.  Alfredo ainda chegou a ser socorrido, mas a residência do casal ficava muito afastada da cidade, dificultando o trajeto até o hospital e, o mesmo não resistiu ao ferimento da bala que perfurou o seu crânio e veio a falecer horas depois. Albertina chorou desesperadamente tudo que foi possível, que já não tinha mais lágrimas para derramar. Não conseguia entender o que tinha acontecido naquela fatídica noite, ninguém da casa escutou nenhum tiro, nem ela e nem os outros empregados que lá estavam e assim, todos foram interrogados. A causa da morte ficou notificada como suicídio, mas Miguel, o único irmão do falecido ficou desconfiado do resultado da perícia, pois Alfredo era canhoto e a arma que provocou a morte dele estava em sua mão direita. Porém a dor era tanta que Albertina já não raciocinava com precisão. O casal não tinha filhos e  ela precisava resolver tudo sozinha.
          Na manhã posterior à morte de Alfredo, antes do funeral, seria realizada a reconstituição da cena, muita dor para àquela mulher, tão sofrida, que soltava suspiros de tristeza pelos quatro cantos da casa. A chuva continuava a cair abundantemente, o som do tamborilar dos pingos da água nas vidraças despertava Albertina dos seus devaneios. Logo, o silêncio foi quebrado pela voz grave do mordomo que anunciava a chegada de Miguel e da polícia técnica.
          - Dona Albertina, o senhor Miguel já chegou e deseja vê-la.
          - Pode mandar entrar, por favor! Respondeu-lhe quase chorando.
          Todos aqueles acontecimentos causavam muita dor e sofrimento para Albertina, que se sentia usurpada, uma invasão de privacidade em sua vida. De repente, várias pessoas ocuparam os diferentes cômodos da sua residência, como também fazendo perguntas impróprias para ela, com teor maléfico. O pior momento daquela situação foi quando um policial perguntou para ela se o falecido era canhoto. A pergunta foi a gota d’água para Albertina que ficou tonta, não controlou o stress, e caiu desmaiada no chão da sala. Despertou já em seus aposentos, poucos minutos depois, ainda atordoada pelo enxame de perguntas mal intencionadas. Mais uma vez o silêncio foi quebrado, agora, pela voz firme do jovem Miguel.
          - Albertina, já está quase na hora do funeral. Estou aqui para acompanhá-la! Estão use preto para representar a sua dor!
         - Miguel, não seja tão sarcástico! Eu gostava de seu irmão e ele era muito importante para mim. Você melhor de que ninguém sabia que ele estava endividado e não suportava mais a pressão dos sócios.
          - Aplausos querida Albertina! Você sabe muito bem representar, é uma verdadeira artista, pois dormia comigo, quando o meu irmão viajava a trabalho, dizia me amar em nossas noites de luxúria, no aquecido do nosso ninho de amor, pois é à cama a nossa testemunha ocular, desse crime sórdido que você arquitetou.
          - Basta Miguel! Eu vou receber o seguro, vender alguns objetos e vamos embora daqui. Você sabe que te amo muito!
          - Albertina, tudo bem, eu vou retirar à queixa, para não ser preciso fazer a reconstituição da cena que foi adiada, hoje, por causa do seu suposto desmaio. Agora fique bonita que estarei te aguardando no carro.
          Miguel se afastou e seguiu em direção ao carro, procurava não ouvir os berros de Albertina que fingia chorar... O funeral transcorreu com muita comoção, pois lágrimas que escorriam dos olhos da viúva negra se misturavam com a chuva que insistia em não parar de cair, parecia até que era o choro do falecido.
          Após o sepultamento, os policiais invadiram o cemitério, o delegado se aproximou da viúva e do irmão do falecido e disse-lhes:
         - Dona Albertina e Senhor Miguel, vocês estão presos pelo assassinato do senhor Alfredo Salazar. Vocês podem me acompanhar, por favor! O mordomo da casa procurou a nossa delegacia e mostrou um vídeo importantíssimo para elucidação do crime, onde à senhora atirava em seu falecido esposo na presença do senhor Miguel que foi o seu cúmplice na realização desse maquiavélico crime.
          Os tempos passaram... Albertina e Miguel foram julgados e culpados pelo assassinato e continuam presos respondendo pelo crime.
         “A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.” (Salmos 119:142).
          São tantas histórias assim...
           Elisabete Leite – 21\01\2017

Os Pássaros (The Birds, 1963)


DEVANEIOS & QUIMERAS

Vivo a devanear os nossos momentos,
Ah, são saudosas noites de quimeras!
Que me perseguem, os meus tormentos
As longas e penosas horas a tua espera...

O teu rosto delineado em minha mente
Não deixa o meu olhar um só instante,
A tua mão, pelo meu corpo, já presente
Que para mim é uma rotina constante...

Ah, eu queria ser uma afável vidente!
Para, em pensamento, olhar-te distante
Voar ao passado, ver-te em minha frente...

Sentir o nosso amor que foi tão relevante,
Foi o abandono que me deixou descrente
Foi sim, a tua atitude estúpida e errante.

Elisabete Leite – 21\01\2019
 
Psicose (Psycho, 1960)

INDRISO

Como todos sabem, um soneto é composto de duas estrofes de quatro versos e duas de três versos. Entretanto, as possibilidades construtivas que ele oferece não terminam nele mesmo, portanto dele se originou o Indriso, que nada mais é do que um poema que é composto de dois tercetos e duas estrofes de verso único. Os quartetos do soneto passam a ser tercetos no indriso e os tercetos passam a ser estrofes de verso único no segundo. O primeiro foi desenvolvido em 2001, em Madrid, por Isidro Iturat, espanhol, nascido em Villanueva e la Geltrú, em 1973. Além de escritor, ele também é professor de literatura espanhola. Reside em São Paulo, Brasil, desde o ano de 2005. Estamos então, diante de um padrão novo, dotado de uma musicalidade característica. Ao longo do processo de desenvolvimento dos indrisos, Isidro pediu a opinião de diversos experts literários, que deram diversas opiniões.
Exemplo:

NÉCTAR DA P0ESIA

Provei do teu adocicado néctar
O sabor da tua intensa paixão
O segredo de sempre te amar...

É desvendar-te de alma e coração,
Ser tua amante de janeiro a janeiro
Doce inspiração, sonhos e fantasia...

Que me entrego de corpo inteiro    

Ah, és os versos da minha poesia!

Elisabete Leite – 16\01\2019       

Nossas Pesquisas:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=19747

Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca, 1940)

ALDRAVIA

A Aldravia é uma poesia minimalista criada no Brasil. O Movimento aldravista se propôs a criar uma arte que chama a atenção, que insiste, "que abre portas para as interpretações inusitadas dos eventos quotidianos, em relatos daquilo que só o artista viu". Em novembro de 2.000, com o lançamento do Jornal Aldrava Cultural, nascia o novo movimento poético em Mariana - MG. Hoje o movimento aldravista já alcança algumas cidades da Europa. Aldravia tem origem em aldrava, ou aldraba, argola ou batedor de metal com que se bate às portas para que essas sejam abertas por quem está dentro da casa. Conta por norma com seis versos e seis palavras, sendo uma palavra em cada verso. É, por natureza, minimalista. Deve provocar no leitor variadas interpretações, deixando ideias claras, mas também subliminares. Normalmente faz-se uso da metonímia. Não há títulos. Costuma-se numerá-las. Os versos são iniciados com minúsculas. Nomes duplos (como Van Gogh, Mário Quintana) são considerados como um único verso. Formas pronominais unidos por hífen (-) também são considerados vocábulos únicos.
Exemplo: 

Aldravia 01\2019EL

Sou

Flor

Que

Desabrochou

Por

Amor...

Elisabete Leite – 17\01\2017

Nossas Pesquisas:
Wikipédia
Sombra De Uma Dúvida (Shadow Of a Doubt, 1943)

SEGUNDA LEITURA


Especial Hitchcock

Alfred Hitchcock é um nome icônico na indústria do cinema. Conhecido como o “Mestre do Suspense”, o cineasta britânico contribuiu amplamente para o trabalho cinematográfico, desenvolvendo técnicas narrativas que são usadas até hoje
Nascido em Londres, Inglaterra, no ano de 1899, Alfred era uma criança isolada, mas bastante atenta ao mundo a sua volta. A disciplina era um elemento bastante presente em sua vida, visto que estudou em uma instituição católica e em um centro jesuíta, onde as punições eram altamente rigorosas. Seu pai também era bastante autoritário, mas isso não impediu que ele fosse extremamente travesso, quebrando regras sempre que tinha a chance, elemento que também esteve sempre presente em seus filmes.
Em 1913, Alfred deixou a escola em que estudava e começou a busca para definir sua carreira profissional. Começou a estudar engenharia e fazer curso de desenho, e quando a Primeira Guerra Mundial teve início, Alfred começou a trabalhar no ramo da publicidade. Foi nessa mesma época que ele conheceu o cinema, visto apenas como um hobby de início, mas que iria se tornar o ramo em que Alfred Hitchcock iria se especializar.
Antes de se consolidar como o diretor Mestre do Suspense, Hitchcock trabalhou em diversas funções na produção de filmes, onde foi ganhando experiência e aprendendo sobre as técnicas de filmagem. Sua primeira oportunidade como diretor veio em 1925, na produção anglo-alemã “The Pleasure Garden”. Mas sua estreia no suspense veio em 1927, com “The Lodger: A story of the london fog”, que conta a história de uma família que suspeita que seu vizinho seja o Jack, o Estripador.
A carreira de Hitchcock, no entanto, iria encontrar seu auge nos Estados Unidos, onde o cineasta chegou em 1939. Sua estreia Hollywood veio no ano seguinte, com “Rebeca, a Mulher Inesquecível”, vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Fotografia Preto-e-Branco de 1941. A partir daí, Hitchcock não parou o trabalho, por 30 anos o cineasta lançou praticamente um filme por ano, tornando-se produtor de seus próprios filmes a partir de 1948. Htichcock foi indicado ao Oscar cinco vezes como diretor, e uma vez como produtor, porém, não ganhou o prêmio nenhuma vez, tendo recebido, em vez disso, o Prêmio Irving Thalberg da Academia em 1968, pela carreira completa. Alfred Hitchcock morreu em 1980, em Los Angeles, deixando um legado de mais de 50 filmes.
Os filmes de Hitchcock possuem características marcantes, e técnicas que abriram o caminho para muitos filmes de suspense/terror de hoje em dia. Um exemplo disso é a trilha sonora, usado com maestria nas cenas chaves de seus longas. Os movimentos de câmera e os planos escolhidos também contribuem para a narrativa, fazendo com que o espectador se sinta parte dos acontecimentos mostrados.
Uma marca registrada de Hitchcock é o recurso de roteiro onde um personagem é culpado por algum crime que não cometeu e tem de encontrar o verdadeiro responsável para poder se livrar das acusações. Esta é outra característica do cineasta que faz com que o espectador se sinta mais imerso na narrativa, pois ao saber quem é o culpado, as ações de todos os personagens da tramam se tornam mais envolventes, causando o questionamento se o inocente conseguirá se livrar da culpa ou não. O diretor também costumava fazer pequenas aparições na maioria de seus filmes.
No entanto, a marca registrada mais famosa de Hitchcock é o conceito MacGuffin, criado originalmente pelo cineasta. Este conceito define um objeto chave para a trama avançar, sem ter, na realidade, grande importância na mesma. Por exemplo, em “Psicose”, o MacGuffin utilizado é o dinheiro que a personagem de Marion Crane rouba do patrão, elemento que só serve para levar Crane para o Motel Bates, onde a história se desenrolará. O MacGuffin, então, é um objeto ou um elemento que oferece a motivação para a trama, mas perde a importância depois.
Confira alguns filmes do Mestre do Suspense:
Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca, 1940)
Sinopse: Uma jovem dama de companhia e um aristocrata viúvo se apaixonam e decidem se casar. Mas quando a jovem se muda para o casarão de seu amado, tem de enfrentar a relutância dos empregados em aceitá-la como nova dona da casa, os quais nunca esquecem a primeira mulher do aristocrata, Rebecca, cuja presença continuamente a atormenta. Com Joan Fontaine, Laurence Olivier e Judith Anderson.
Sombra De Uma Dúvida (Shadow Of a Doubt, 1943)
Sinopse: A jovem Charlotte visita o seu tio Charlie, pelo qual ela tem um profundo respeito, mas ao longo do tempo ela começa a perceber que seu amado tio não é quem ela pensava, mas sim um frio criminoso. Com Teresa Wright e Joseph Cotten.
Festim Diabólico (Rope, 1948)
Sinopse: Dois homens da alta sociedade de Nova York, Brandon e Phillip, consideram-se mais importante que seu colega David, e para provar a intelectualidade que afirmam ter, os dois estrangulam o colega com uma corda, e escondem o corpo em um baú no apartamento em que vivem, com certeza de terem cometido o crime perfeito. Os dois, então, convidam amigos e família para uma festa, certos de que nada será percebido, mas eles não contam com a astúcia do antigo professor Rupert. Com John Dall, Farley Granger e James Stewart.
Janela Indiscreta (Rear Window, 1954)
 Janela Indiscreta (Rear Window, 1954)
Sinopse: O fotógrafo L.B. Jeffries quebrou a perna em um acidente de trabalho e está confinado em seu apartamento com a perna engessada. Entediado, Jeffries começa a espiar os vizinhos com sua câmera, e acaba observando uma atividade suspeita no apartamento oposto ao seu, convencendo-se de que presenciou um assassinato. Com James Stewart e Grace Kelly.
Disque M para Matar (Dial M for Murder, 1954)
Sinopse: Um ex-tenista profissional descobre que sua mulher tem um caso com um escritor de romances policiais, e decide criar um plano para matá-la. Quando as coisas não vão como planejado, ele tem de colocar em ação um plano B para não ser descoberto. Com Ray Milland, Robert Cummings, e Grace Kelly.
Um Corpo Que Cai (Vertigo, 1958)
Sinopse: O detetive John Ferguson é um aposentado precoce, depois de ter desenvolvido acrofobia (medo de altura) e vertigem durante os dias de serviço. Porém, um velho amigo pede a ajuda de Ferguson para seguir sua mulher, pois desconfia de suas atividades suspeitas, e ao mesmo tempo que o detetive aceita o trabalho, também começa a ficar obcecado pela estranha mulher. Com James Stewart, Kim Novak e Barbara Bel Geddes.
Intriga Internacional (North by Northwest, 1959)
Sinopse: Um publicitário de Nova York é confundido com um agente federal por um grupo de espiões estrangeiros, e acaba cruzando o país em busca do verdadeiro agente para poder se livrar da sentença de morte que lhe persegue. Com Cary Grant, Eva Marie Saint e James Mason.
Psicose (Psycho, 1960)
Sinopse: A secretária Marion Crane rouba uma grande quantia de dinheiro de um cliente de seu chefe e foge da cidade. Em sua fuga, ela se hospeda no Motel Bates, sem saber que o homem dono do local representa um grande perigo. Com Janet Leigh, Anthony Perkins, Vera Miles e John Gavin.
Os Pássaros (The Birds, 1963)
Sinopse: Uma socialite de São Francisco viaja para uma pequena cidade no Nordeste Califórnia para visitar um interesse amoroso, mas a visita acaba se tornando um pesadelo quando os pássaros da cidade começam a apresentar um comportamento estranho e violento, representando um perigo para todos que ali vivem. Com Tippi Hedren, Rod Taylor e Jessica Tandy.
Frenesi (Frenzy, 1972)
Sinopse: Em Londres, um serial killer está à solta, estrangulando mulheres com uma gravata. Richard Blaney, um homem que passa por um momento complicado na vida, acaba se tornando o suspeito principal, mas ele é homem errado. Com John Finch, Barry Foster e Alec McCowen.
Hitchcock certamente contribuiu grandemente para o cinema, principalmente para o gênero de suspense/terror e seu legado continua influenciar os filmes de hoje em dia. Em cada obra, a genialidade do cineasta é perceptível, e Hitchcock segue como o Mestre do Suspense, título mais do que merecido.
Um Corpo Que Cai (Vertigo, 1958)
Disque M para Matar (Dial M for Murder, 1954)
Filmes de Alfred Hitchcock - Google


15 comentários:

  1. Um espetáculo de domingo, que é o grande Hitchcock em foco... tenho muito ainda o que aprender para ser lembrada ao mestre do suspense, mas amei o título da página de hoje. Muito criativo é o meu irmão poeta Jorge Leite. Hitchcock e Agatha Christie são os meus maiores ídolos do cinema e dos romances de suspense e policial e etc... Eu tenho alguns livros de Agatha que são de meus livros de cabeceira. São eles os monumentos que sempre me inspiro na hora de compor os temas adultos, os meus dois lados ficam o tempo todo brigando e minha inspiração viaja ao longo da minha vivência. Não foi díficil compor "Antes do Funeral" pois referente a narrativa deixo a intepretação do leitor voar, para não perder o clímax do Conto, porém posso lhes assegurar que adorei o que escrevi. Apresento duas pesquisa poéticas sobre o INDRISO E ALDRAVIA só espero que vocês gostem. Sobre as ilustrações sou suspeita, mas estão intocáveis e a segunda Leitura foi um presente para mim. Tudo fenomenal como é renomado ALFRED HITCHCOCK. Excelentes leituras a todos, bom dia e abraços! Obrigada querido Jorge pela arte final.

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  2. Simplesmente assim... a página de hoje está fenomenal, que é uma grande viagem aos filmes de suspense de Alfred Hitchcock e os romances da Agatha Mary Clarissa Chistie escritora britânica que atuou em vários gêneros, mas destacou-se no subgênero romance policial e a nossa grande contista e poetisa Elisabete Leite que hoje apresenta uma narrativa brilhante de tirar o fôlego, um enredo de suspense policial com todos os temperos de uma grande obra. Acredito que o desfecho foi merecido, desde o início que Elisabete deixa várias pistas, mas criou um climax brilhante, como tudo que ela faz, uma página de muitas informações, tanto na parte poética quanto na parte de pesquisa, Elisabete e o poeta Jorge fizeram uma grande parceria. Belíssimas ilustrações e a segunda Leitura está excelente... um grande show de domingo! Gostaria que Bete explicasse como é trabalhar com tão poucos personagens e brilhar tanto quanto um grande romance. Abraços, saudades e parabéns aos poetas. Bravíssimo Elisabete Leite, você é monumental!

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    1. Primeiramente, bom dia amigo poeta Maciel! Vou procurar ser concisa nesta resposta. Sabe-se que o gênero "Conto é uma narrativa breve e clara, contendo um só conflito, uma única ação em um espaço de tempo limitado e poucos personagens, possui um narrador que é quem conta a história e um enredo, sendo mais curto que o romance e a novela". Portanto, tento narrar meu enredo em meus Contos de maneira que o leitor busque diferentes interpretações, mesmo nos Contos Infantis. Foi o que fiz nesse Conto "Antes do Funeral" dei o meu final, mas deixei que o leitor viajasse na sua imaginação até no momento do funeral. Beijos

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  3. Magnífica página de domingo, com uma grande narrativa da nossa amiga Elisabete Leite e seu fabuloso Conto estilo Hitchock e seus suspenses e os policiais de Agatha. Amei como foi narrado o Conto e seu clímax. A história mereceu esse final surpreendente, que na verdade pensei que fosse outro, porém amei assim. Os poemas são um show à parte e as pesquisas poéticas bem informativas. Já as ilustrações combinaram perfeitamente com o enredo abordado pela contista. A segunda Leitura é maravilhosa, bom conhecer mais sobre o mestre do suspense. Um grande show de domingo! Parabéns aos poetas e aplausos Bete pelo brilhante Conto. Bom domingo a todos e abraços...

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    1. Obrigada por ter gostado da narrativa e como também da página. Amei o seu gentil comentário. Beijos

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  4. Uma excepcional página de domingo, recheada com muito suspense, ação e um desfecho surpreendente, que é uma narrativa de tirar o fôlego, parecida com os filmes de terror. Achei muito criativa a maneira de ilustrar do amigo poeta Jorge Leite que trouxe das telinhas o grande Mestre dos Suspenses o fabuloso Alfred Hitchcock que embelezou mais ainda a pagina do Blog. Para mim, a contista Elisabete Leite é uma das maiores descoberta atualmente, tem uma maneira inovadora de narrar os seus enredos deixando que o leitor viaje na sua imaginação. Lindos poemas e pesquisa poética relevante para o nosso blog, gostei de tudo e sobre a segunda leitura mais conhecimento para todos nós. Show, show e muito show... parabéns aos poetas pelo conjunto. Aplausos Bete pelo Conto! Saudades e abraços a todos...

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    1. Primeiramente, boa tarde querida Lis, também achei de grande relevância conhecer um pouco mais sobre INDRISO e ALDRAVIA, pois todos sabem que sou apaixonada pelos sonetos, logo me apaixonei pelo Indriso que originou de um soneto e como também das diferentes interpretações de leitura na Aldravia. Obrigada minha amiga.❤ saudades de vocês...

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  5. Obrigada a Bete por ter trazido informação sobre essas duas modalidades da poesia: aldravia e indriso. Seus poemas como exemplo, apreciei bastante.
    Adorei seu conto que deixa o final para nossa imaginação.
    Rebecca, a mulher inesquecível e Psicose são os dois filmes mais emocionantes de Alfred Hitchcock, na minha opinião. Parabéns pela pesquisa.
    Parabéns pelos poemas, pela página de hoje que está linda.

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    1. Obrigada querida amiga poetisa Socorro Almeida, sempre importante os seus adoráveis comentários. Fiquei feliz em saber que você gostou da página de hoje e do Conto. E uma página bem enriquecedora, eu concordo. Bom domingo e um forte abraço!

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  6. Eita, que legal pessoal! Eu assisti quase todos os filmes do Mestre do Suspeses. Magnífica página de domingo, com esse conto belíssimo e com muito suspense. Já estava com saudades desses contos surpreendentes da amiga poetisa Elisabete Leite. Sou fã de carteirinhas dos contos de Bete estilos: suspense, mistério, terror e policial, posso citar alguns que fico lendo e relendo em destaque: A TERCEIRA CASA DA COLINA, HISTÓRIAS QUE MAMÃE CONTAVA I e II A ROSA PÚRPURA, A IRMANDADE, MISTÉRIO A 100KM e agora essa obra de arte ANTES DO FUNERAL entre outros, porém esses foram os campeãs para mim. As pesquisas poétisas excelentes e importantes para o blog. As ilustrações impecáveis, sempre, e finalmente a segunda leitura que é puro ensinamento. Parabéns a todos os poetas e abraços...

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  7. Muito linda essa página de domingo, que hoje publica um belíssimo Conto bem ao estilo policial e de suspense da amiga poetisa Elisabete Leite. Muito legal essa narrativa que deixa o leitor voar da sua imaginação, pois a contista é precisa nessas situações de desfecho surpreendente. Amei os poemas compartilhados e as pesquisas poéticas, como sempre, adoráveis ilustrações que completam o tema abordado. Também gostei bastante de conhecer um pouco mais sobre o Mestre do Suspense, uma excelente criatividade do poeta amigo Jorge Leite. Tudo muito perfeito! Parabéns aos poetas e abraços a todos.

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  8. Muito expressiva, elegante, forte e surpreendente a página de domingo. Um Conto limdo, muito bem estruturado, criativo e com os ingredientes na medida certa para prender o leitor do início ao fim. A nosso querida amiga poetisa Elisabete Leite traz para o nosso deleite um enredo policial, com tandas teias de metiras, ambição e um desfecho que eu se fosse escritora daria, que a justiça prevaleça sempre, aplausos. Amei as ilustrações belíssimas e bem adequadas ao tema e com cenas dos filmes de Alfred Hitchcock bem originais ao estilo do poeta amigo Jorge Leite. Excelentes pesquisas poéticas e os poemas compartilhados. Sim amigos, muito bom conhecer um pouco mais sobre o Mestre dos Suspenses. Amei tudo por aqui. Show de Blog! Parabéns aos poetas e abraços a todos vocês. Boa tarde!

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    1. Corrigindo: ...lindo, ...nossa, ...tantas, ...mentiras.
      Eita, muitos erros, pois fica difícil digitar no celular. Beijos

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  9. Uau, poetisa Elisabete Leite que Conto mais surpreendente, grande mistério transcorrido até antes do funeral. Pois é amigos, eu também denominaria a viúva de negra e o final deu um toque especial de mestre ao enredo do Conto, uma narrativa maravilhosa, pois é de tirar o fôlego mesmo. Tudo perfeito na página de domingo! As excelentes ilustrações completam o tema da história, os poemas e as pesquisas poéticas da amiga Bete são importantes para os poetas e leitores do Cantinho do Saber. Gostei de conhecer mais sobre o Mestre dos Suspenses. Então, vamos aplaudir os poetas e o sucesso do Blog. Parabéns e abraços a todos!

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  10. Voltando para agradecer a todos pelas ilustres visitações e gentis comentários, o carinho de vocês são centelhas de Luz. Obrigada em nome do Conto e do Blog. Saudações amigos leitores! Um bom dia!

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