sábado, 26 de outubro de 2019

Piquenique

Ano II - Edição Nº 375 - Cantinho da Tia Beta
Tema das Imagens - "Picnic" e Estação de Trem



UM PIQUENIQUE NA CIDADE NATAL   

          Era uma manhã primaveril, o sol despertava radiante, e mostrava seus raios exuberantes de um brilho nunca visto antes... José acordou bem cedinho e foi terminar de arrumar seus pertences, pois o garoto iria passar o final de semana na casa dos seus avós, na cidadezinha interiorana que o viu nascer. O menino comeu o seu desjejum matinal e foi conversar com sua mãe que já o esperava, para passar-lhe as últimas instruções. José iria viajar sozinho de trem até à estação onde os avós moravam. Ele entrou na sala de estar e quebrou o silêncio:
          - Bom dia, mamãe Eugênia! Eu estou muito feliz, pois logo mais estarei na minha cidade natal. Não precisa passar um sermão, pois eu já tenho 10 anos e sei cuidar de mim.
          A mãe de José olhou firmemente para ele e falou:
          - Bom dia, meu querido filho! Só eu sei o quanto você é valioso para nós. Seu pai está na lida e eu preciso cuidar dos animais diariamente. Portanto, escute o que tenho para dizer-lhe: você irá viajar sozinho, tome muito cuidado na viagem e aproveite para interagir com seus avós maternos, pois eles zelarão por você em nossa ausência.
         O garoto deu um beijo no rosto da mãe e saiu correndo para apanhar a única condução que o levaria até à estação de trem...
        José olhava todo cenário pela janela do trem, seus olhos percorriam do verdejante campo até os altos montes, as brancas nuvens viajavam ao léu e destacavam-se no azul do céu; por lá o aroma era de poeira e mato. De repente, o menino avista a pequena cidade onde nascera. Seus olhinhos brilhantes se encheram de lágrimas, pois ele tinha saudade dos seus avós. Logo, ele viu o avô encostado à velha pilastra da estação municipal. Pela janela ele acenou e salpicou um beijo para o velho Januário, que retribuiu com um largo sorriso. O trem deu um apito longo e estacionou bem em frente ao avô do garoto, que correu ao seu encontro. O menino José abraçou o avô e foi logo perguntando pela sua avó:
          - Que saudade, vovô Januário! Sinto muita falta de vocês, que às vezes chego a chorar de tanta emoção. Vovozinho, como vai à vovó Versulina?
         O avô acariciou o rosto de José e respondeu-lhe em seguida:
          - Sabe José, Versulina ficou fazendo uma deliciosa torta de morango para você e uma galinha de capoeira guisada, que somente ela consegue deixar com um gosto todo especial, para a gente almoçar. Vamos para casa, meu netinho?
         Os dois foram caminhando de mãos dadas, e logo começou a cair uma garoa fina, refrescando assim, os rostos suados do avô e do neto, que mudaram o roteiro, apressaram os passos e seguiram pela estrada de barro, para encurtar o caminho até o sítio... Meia hora depois eles chegaram ao local de destino, o velho sítio da família Solimões, que ficava um pouquinho afastado da cidade... Após os abraços carinhosos da avó, um almoço reforçado e uma sobremesa deliciosa; era hora de José fazer um reconhecimento pelas redondezas e matar a saudade da sua cidade natal.  O cenário estava magnífico: havia diferentes espécies de pássaros a gorjear, o clima estava ameno e ele teria toda tarde para se divertir e se emocionar. Logo, ele resolveu subir na parte mais alta daquela simples propriedade para apreciar àquela cidade que tanto amava, de todos os ângulos; só de cima ele conseguiria contemplar a exuberante arquitetura colonial da praça do coreto, onde tantos concertos musicais passaram por lá. A emoção era tanta que José nem se deu conta do adiantar das horas, já era quase noite, o sol foi se despedindo e dando passagem a um magnificente luar. Nesse clima formidável, o dócil José, deitou-se na relva verdejante e ficou observando as estrelas que brincavam de esconde-esconde por toda extensão do céu. De repente, ele escutou um grito forte, olhou para todos os lados, pois procurava descobrir a direção do pedido de socorro. E assim, foi seguindo a cadência do som, e logo avistou um buraco do outro lado da cerca, provavelmente em outra propriedade.  Afastou, com muito cuidado, os arames farpados, adentrando em um local desconhecido, que ele não sabia da procedência. Aproximou-se devagar e observou que no fundo do buraco estava uma pessoa desmaiada. Ele não pensou duas vezes, e por puro instinto pulou para socorrer quem precisava; imediatamente a lua contribuiu e o auxiliou, iluminando todo ambiente. Somente assim, foi que José identificou uma jovem garota. Aproximou-se dela e procurou comunicar-se com a mesma:
           - Menina acorde, por favor! Você está machucada? Precisamos sair daqui!
          A garota perplexa despertou do desmaio, pôs-se a chorar e começou a bombardear José com diferentes perguntas:
          - Como eu pude cair aqui? Quem é você? Por que veio me ajudar? Quero sair daqui e ir embora, agora!
         José sentou-se mais perto da menina e foi respondendo a enxurrada de perguntas dela:
         - Vou procurar responder uma pergunta de cada vez mocinha! Sou José, ouvi uma pessoa gritando, corri para ajudar e te encontrei caiada aqui dentro. Agora é a sua vez de responder as minhas indagações! Quem é você? Como você veio parar dentro desse buraco? E graças a Deus que a senhorita não está machucada.
         - Eu sou Maria Alice, estava caminhando distraída quando avistei um ninho de João-de-barro, e tentei subir na árvore para olhar de perto, porém não sei como, cai nesse buraco.
        José escalou o buraco e ajudou a menina Alice a sair daquele local. Ela muito agradecida o convidou para um piquenique no rio, no outro dia após o almoço. Eles se despediram, e cada um foi para sua casa... José jantou e ficou deitado na rede escutando os causos engraçados que o seu avô contava; o garoto sorria e chorava ao mesmo tempo. A lua se deitou, o sol resplandeceu e um novo dia amanheceu...
         Era uma bela tarde, apropriada para um piquenique no rio, Maria Alice e José se encontraram no local combinado, às margens de um lindo riacho. O clima estava muito agradável e contribuía para aquele tão esperado momento. A menina Alice ficou encarregada de encontrar um local adequado para eles ficarem. Assim que o encontrou, estendeu uma toalha de mesa quadriculada no chão e lá colocou a cesta com as frutas, sucos e lanches saudáveis. Os dois ficaram conversando sem parar, falavam sobre as escolas deles, a família de cada um, os avós queridos, a cidade onde nasceram, e tantas outras coisas. José estava radiante de felicidade, aquele momento era único para ele, ter a chance de voltar à cidade natal e conquistar uma nova amiga, era tudo que ele mais queria na vida. Chegou a hora do lanche. Alice retirou da cesta dois sanduíches de frango e uma pequena jarra com suco de laranja. Os dois se sentaram sobre a toalha e começaram a comer. A garota falou para José que morava com os pais em um vilarejo próximo dali. Enquanto, José explicava para a sua nova amiga que no outro dia já voltaria para casa, pois ele estava passando um final de semana com os avós. O silêncio permaneceu entre eles. Então, José resolveu quebrar o gelo:
          - Alice, vamos tomar banho de rio? Devemos aproveitar cada minuto juntos. Amanhã será um novo dia, e eu te prometo que voltarei nas férias.
         A menina olhou fixamente para José e respondeu-lhe com um lindo sorriso estampado no rosto.
         - Sim, vamos aproveitar cada segundo! Venha me pegar se tiver coragem e disposição para correr!
         Os dois caiaram nas águas límpidas daquele ribeirão e brincaram de pega-congela até o anoitecer. Quando a noite desceu, eles limparam todo local, recolheram os pertences, se despediram e cada um tomou uma direção diferente...
         Logo cedinho, o garoto já estava esperando o momento de voltar para casa. Sua avó Versulina colocou um lanche nutritivo na mochila dele, e seu avô Januário foi deixar José na estação de trem. O trem partiu e o coração do garoto estava apertado, pela janela da locomotiva ele olhava a sua cidadezinha natal se distanciando dele cada vez mais. De repente, quando o trem fez uma leve curva o menino avistou Maria Alice em cima do telhado da casa dela acenando para ele. José retribuiu, enviando-lhe um beijo. Somente restava o som do apito da locomotiva que carregava, em seus vagões vazios, as doces lembranças de José e a saudade da sua terra natal... Piui! Piui! Piuiii!...
          O tempo passou depressa e José sempre voltava à cidade natal para rever os avós e sua amiga Maria Alice.
         Assim, foi UM PIQUENIQUE NA CIDADE NATAL... Até a próxima historinha amiguinhos!
        Elisabete Leite – 21\10\2019



CANTINHO DA TIA BETA
 
Olá pessoal! Hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre o magnífico pássaro João-de-barro - Lendas e Mitos.
Contam os índios que foi assim que nasceu o pássaro joão-de-barro.
Segundo a lenda, há muito tempo, numa tribo do sul do Brasil, um jovem se apaixonou por uma moça de grande beleza. Jaebé, o moço, foi pedi-la em casamento.
O pai dela então perguntou:
- Que provas podes dar de sua força para pretender a mão da moça mais formosa da tribo?
- As provas do meu amor! - respondeu o jovem Jaebé.
O velho gostou da resposta, mas achou o jovem atrevido, então disse:
- O último pretendente de minha filha falou que ficaria cinco dias em jejum e morreu no quarto dia.
- Pois eu digo que ficarei nove dias em jejum e não morrerei.

Toda a tribo se admirou com a coragem do jovem apaixonado. O velho ordenou que se desse início à prova. Então, enrolaram o rapaz num pesado couro de anta e ficaram dia e noite vigiando para que ele não saísse nem fosse alimentado. A jovem apaixonada chorava e implorava à deusa Lua que o mantivesse vivo. O tempo foi passando e certa manhã, a filha pediu ao pai:
- Já se passaram cinco dias. Não o deixe morrer.
E o velho respondeu:
- Ele é arrogante, falou nas forças do amor. Vamos ver o que acontece.
Esperou então até a última hora do novo dia, então ordenou:
- Vamos ver o que resta do arrogante Jaebé.
Quando abriram o couro da anta, Jaebé saltou ligeiro. Seus olhos brilharam, seu sorriso tinha uma luz mágica. Sua pele estava limpa e tinha cheiro de perfume de amêndoas. Todos se admiraram e ficaram mais admirados ainda quando o jovem, ao ver sua amada, se pôs a cantar como um pássaro enquanto seu corpo, aos poucos, se transformava num corpo de pássaro!
E foi naquele exato momento que os raios do luar tocaram a jovem apaixonada, que também se viu transformada em um pássaro. E, então, ela saiu voando atrás de Jaebé, que a chamava para a floresta onde desapareceram para sempre.
Podemos constatar a prova do grande amor que uniu esses dois jovens no cuidado com que o joão-de-barro constrói sua casa e protege os filhotes. Os homens admiram o pássaro joão-de-barro porque se lembram da força de Jaebé, uma força que nasceu do amor e foi maior que a morte.

Nossas Pesquisas:


Pergunte à Tia Beta

Tia Beta, como se escreve: Piquenique, pique-nique, picnic ou pic-nic?

Oi pessoal, vou responder transcrevendo um artigo da Professora Flávia Neves. Prestem atenção:
 
A forma correta de escrita da palavra é piquenique. A palavra pique-nique é forma original da palavra em francês e a palavra picnic é forma original da palavra em inglês. A palavra pic-nic, hifenizada, não existe.
Um piquenique é uma refeição partilhada em que todos contribuem com comida e bebida, sendo geralmente comida no chão, por cima de uma toalha estendida no campo, na praia, em parques ou jardins.

Exemplos com piquenique

  • Vou levar quibes para o piquenique da empresa.
  • Vamos combinar um piquenique no fim de semana que vem?
  • Adoro fazer piqueniques e passar o dia em contato com a natureza.

Piquenique: estrangeirismo

Piquenique é um estrangeirismo. Tem sua origem na palavra francesa pique-nique.
Em alguns estrangeirismos utilizamos a palavra na sua forma original:
  • show;
  • fast-food;
  • lingerie;
  • marketing;
  • shopping;
Em outros utilizamos a forma aportuguesada da palavra:
  • batom;
  • abajur;
  • turnê;
  • estresse;
  • uísque;
No caso em questão, a palavra pique-nique foi aportuguesada para piquenique com base nas regras ortográficas e fonológicas da língua portuguesa:
  • piquenique romântico;
  • piquenique no parque;
  • piquenique na praia;
  • piquenique no jardim;
  • piquenique de aniversário;
  • ...
Espero que tenham gostado. Tem dúvida? Perguntem a Tia Beta.


Flávia Neves
Professora de português, revisora e lexicógrafa nascida no Rio de Janeiro e licenciada pela Escola Superior de Educação do Porto, em Portugal (2005). Atua nas áreas da Didática e da Pedagogia.


17 comentários:

  1. Bom dia pessoal! Eu estou amando a página de hoje, fiquei realmente apaixonada por esse meu Conto, uma narrativa linda, mágica e encantadora. O enredo é apropriado para todas as idades, porém com um toque especial e com os ingredientes para o público infanto-juvenil; e além disso, com um cenário de época novelesco. Estou orgulhosa da minha inspiração. As ilustrações brilhantes das estações de trem, os encontros e despedidas, de gente passante. O querido Jorge foi fera no assunto, preciso nas escolhas das imagens ilustrativas. Gostei bastante da explicação da grafia correta da palavra Piquenique. Tudo perfeito! Estou sim, lisonjeada, agradecida e muito feliz por mais um Conto publicado em nosso Blog Maçayó.
    Parabéns para todos nós!
    Obrigada amigos e leitores pelo carinho de sempre.
    Abraços...

    ResponderExcluir
  2. Olá amigos, estou com a minha patotinha analisando e aprendendo com o sábado infantil do blog Maçayó. Concordo plenamente, seu conto de hoje Elisabete Leite é apaixonante. Logo eu que minha vida agora é viajar, cheguei hoje e já viajo na segunda-feira, mais uma vez. Os sobrinhos torceram por um final feliz, e que aconteceu. Belíssimas ilustrações e excelentes e educativas pesquisas. Amamos conhecer a lenda do João-de-barro, ficamos emocionados. Aprendemos a escrever a palavrinha piquenique. Tudo muito lindooooo! Parabéns poetas pelo sgow de hoje. Bom sábado para todos vocês. Nota 1000 de conceito. Abraços

    ResponderExcluir
  3. Oi tia Bete é Laurinha, sua aluna que gosta muito das historinhas do blog. Hoje tá lindo seu conto, o garoto José encontrou Alice quando foi visitar os avós, eu amei a história e agora mamãe ajuda eu a comentar e ela gosta de tudo. Acho lindo a lenda do passarinho. Eu sinto saudade das suas aulas tia. Beijos da Laura.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bom dia, princesa Laurinha! Fico feliz que vocês tenham gostado do conto e do Blog. Aqui a gente se diverte, mas também aprende. Também sinto saudade de vocês e dedico o conto de hoje para meus alunos que tanto admiro. Obrigada pela presença e ajuda da sua mãe. Beijos da sempre professora. 👱🏵🕊❤📖

      Excluir
  4. Tia Bete sempre nos emocionando com seus contos interessantes, sempre muito bem narrados, até chegar a um desfecho alegre e feliz. Seu talento para escrever histórias infantis é impressionante, e confesso que tentei, mas não consegui. É um talento nato de uma grande escritora e poetisa. Sou sua fã!
    Parabéns ao blog pelas belas ilustrações, que encantam e emocionam a criançada!
    No aguardo de uma nova inspiração...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada querida amiga e poetisa Socorro Almeida pelo seu lindo e emocionante comentário. Você também é uma excelente escritora. Um forte abraço❤
      Feliz sábado!

      Excluir
  5. Um belíssimo sábado infantil no blog Maçayó. Lindíssimo e emocionante o conto da amiga poetisa Elisabete Leite que venho para marcar presença e fazer o público vibrar... apaixonante esse trecho da narrativa: "Somente restava o som do apito da locomotiva que carregava, em seus vagões vazios, as doces lembranças de José e a saudade da sua terra natal... Piui! Piui! Piuiii!..." Magnífico momento. Lindíssimas e apropriadas ilustrações, como também excelentes pesquisas educativas. Parabéns ao blog pelas mudanças e aplausos para vocês poetas. Bom dia para os amigos e leitores. Abraços

    ResponderExcluir
  6. Tia Bete é Gugu seu aluno que amava ler seus contos. Gostei demais do conto de hoje. Tia ja fiz piquenique no parque da Jaqueira e foi legal. Aprendi a escrever a palavrinha correta e gosto das fotos do tio. Eu tanto escrevo que aprendo. Hoje papai ajuda eu e manda lembranças. Eu fico feliz quando tem historinha nova no blog. Saudade Tia e beijos. Do seu aluno Gustavo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bom dia para vocês, meu aluno Gugu! Estou muito feliz por você gostar do Conto e do Blog. Lembranças para sua família e agradeça seu pai por mim. Voltem sempre! Verdade Gustavo, eu também amei as imagens de hoje. Beijos da sua eterna professora.📚🕊❤🔖

      Excluir
  7. Sensacional gente! Hoje estou passando para prestigiar essa belíssima narrativa, um Conto meigo e fascinante da minha querida amiga Elisabete Leite que não economizou em detalhes para deixar sua obra eternizada. Amei o enredo; que é uma apaixonite do público infanto-juvenil. Doces recordações como diz a própria escritora. Deslumbrantes ilustrações do grande poeta Jorge Leite. Ótimas e educativas pesquisas que completam a página infantil de hoje. O Blog Maçayó está de parabéns pela excekente partilha. Tudo muito lindo e emocionante. Aplausos para os poetas que hoje desfilam por aqui. Bete querida tenho orgulho de você.
    Saudades dos amigos... E um feliz final de semana para todos. Abraços

    ResponderExcluir
  8. Tia Bete linda é Laynne, sua aluna que ama seus contos e as historinhas do blog. Sabe tia o conto de hoje tá mesmo lindo, pois gosto das historinhas de amizade. Ja tou ficando grande. Hoje mammãe ajuda eu para não errar na escrita. Também gostei de tudo tia a senhora faz falta viu. Beijos da sua sempre aluna.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde, princesa Laynne! Estou feliz presença constante de vocês. Agradeça sua mãe por mim. O conto é mesmo belo querida. Também sinto falta de vocês. As imagens estão lindas. Saudades dos meus alunos e alunas, todos queridos e todas queridas. Beijos da sua eterna professora.👱❤💌🕊

      Excluir
  9. Magnífico sábado infantil,aqui, no Blog Maçayó, com um belíssimo e muito criativo Conto da nossa amiga querida Elisabete Leite que veio com tudo. Chogou para marcar presença e encantar os seus fãs e leitores. Uma narrativa infanto-juvenil, com lindas e saudosas ilustrações que somente o poeta amigo Jorge Leite sabe escolher. Educativas e ótimas pesquisas que completam o tema do conto. Grandes aprendizagens como sempre. É muito bom interagir nesse ambiente do saber. Gostei de conhecer a lenda do pássaro João-de-barro.
    Parabêns para todos em especial para Bete pela sua criatividade.
    Saudades e abraços do amigo...

    ResponderExcluir
  10. Correndo para comentar a página da minha amiga querida Elisabete Leite com seu belíssimo Conto infanto-juvenil, que são lembranças doces de uma amizade e o saudoso retorno do personagem José para sua cidade natal. Cada sábado uma nova aventura dessa brilhante escritora. Gostei demais das ilustrações do poeta Jorge Leite e muito aprendi e me emocionei com as pesquisas. Realmente, é um show de sábado, com tudo que o leitor merece.
    Parabéns aos poetas pela transformação do Blog, tanto no conteúdo quanto no cenário. Abraços. Aplausos Bete!

    ResponderExcluir
  11. Uau pessoal, que página maravilhosa! Cada sábado me deparo com tanto conteúdo, que fico pensando como pode uma mente brilhante como a da amiga poetisa Elisabete Leite comportar tanta inspiração. Ela e fabulosa na arte de compor, fico feliz em poder participar e interagir nesse blog. Belíssimo e subline Conto, merecedor de muitos aplausos. Excelentes pesquisas e magníficas imagens ilustrativas. Show e muito show de sábado infantil. Uma mudança notória no blog. Parabéns para os poetas pela partilha de hoje.
    Abraços e excelente noite para cada um. Bravíssimo!

    ResponderExcluir