domingo, 14 de fevereiro de 2021

A Gente Aguenta Mais UM Ano...

 ANO III - EDIÇÃO Nº 429

 CARNAVAL SÓ NA SAUDADE

Ah! Que saudade do antigo frevo de rua
Das eternas marchinhas de carnaval
Era folia do raiar do sol ao brilho da lua
Serpentinas, nuances e cenário alto-astral...

Ah! Que saudade do Galo da Madrugada
O abre-alas que desfilava em seu pedestal
A irreverência dos trios na manhã ensolarada
Adereços e fantasias do sábado monumental...

Ah! Que saudade do Jacaré da Beira Rio
Toda família reunida vendo o trio passar
Assistia o desfile pulando junto ao meio-fio
A multidão seguia na cadência do rio ao mar...

Mas neste ano, tudo ficará na saudade
Antes frevo e alegria, hoje dor e solidão
A pandemia tirou toda a nossa liberdade
Só resta a esperança para alegrar o coração.

Elisabete Leite - 08/02/2021
 
A MAGIA DOS ANTIGOS CARNAVAIS

          Era um domingo de fevereiro, o sol nascia radiante por entre as folhas verdes dos coqueiros, na exuberante Ilha da Fantasia, um local aconchegante localizado em um ponto qualquer do Nordeste. Cecília adorava Carnaval e vivia pulando até mesmo sem motivo. Ela acordara soltando suspiros de felicidade, pois que os moradores da ilha resolveram homenagear os antigos carnavais de rua, fazendo um grande desfile de fantasias, naquele domingo... Cecília correu ao encontro da mãe que estava terminando os últimos detalhes da sua fantasia de Colombina, e disse-lhe:
- Mamãe, estou atrasada! Já terminou de pregar os botões?
Dona Marina, olhou para filha e respondeu-lhe:
- Ah! Terminei sim. Ficou linda!
          A garota puxou a fantasia da mão da mãe e foi se arrumar. A concentração seria na Praça do Coreto, e o desfile iria por toda extensão da Avenida Beira-Mar.
           Cecília era uma jovem linda de cabelos negros e olhos amendoados, era apaixonada pelo seu primo Roberto, desde criança, que também era apaixonado por ela, mas seu melhor amigo Ricardo vivia a cortejando, constantemente. Os garotos combinaram que as suas fantasias seriam surpresas, sendo assim, nem Cecília sabia dos planos dos rapazes, nem tão pouco os rapazes de Cecília.
Exatamente às dez horas da manhã o desfile tomou conta do cenário, e a execução de uma antiga marchinha contagiava todo mundo,  dando início oficialmente ao tão esperado evento. Assim, os componentes da bandinha marcial tocavam com muita harmonia e interação:

"Máscara negra

Tanto riso, oh quanta alegria!
Mais de mil palhaços no salão
Arlequim está chorando pelo amor da Colombina
No meio da multidão

Foi bom te ver outra vez
Tá fazendo um ano
Foi no carnaval que passou
Eu sou aquele pierrô
Que te abraçou
Que te beijou, meu amor
A mesma máscara negra
Que esconde o teu rosto
Eu quero matar a saudade
Vou beijar-te agora
Não me leve a mal
Hoje é carnaval (Bis)"

          Enquanto o povo cantava, Cecilia corria pela multidão à procura de seu amado Roberto que vestido de Arlequim também buscava seu par, a linda Colombina para roubar-lhe um beijo molhado. Porém, Ricardo vestido de Pierrô encontrou Cecília primeiro e confessou seu amor por ela, dizendo-lhe:
- Olá, Cecília! Eu sempre fui apaixonado por você.
- Ricardo, você está louco! Somos amigos. Eu amo Roberto! Ela respondeu e saiu correndo desesperada.
Porém, a garota ficou transtornada com aquela revelação e resolveu desfilar sozinha naquele Carnaval. Enquanto isso, Roberto e Ricardo disputavam pelo amor da bela Cecília entre risos, lágrimas, muita folia e tradição... O desfile foi um grande sucesso, a Avenida foi tomada pelos foliões mascarados e fantasiados que pulavam e cantavam pelo calçadão as adoráveis marchinhas dos antigos carnavais.
           No outro dia, tudo voltou completamente ao normal; nem Pierrô, nem Arlequim e nem Colombina realizaram seus sonhos de amor... Cecília esqueceu o desfile, guardou sua fantasia, para brincar o próximo Carnaval.
O tempo passou depressa e Cecília continuou amando Roberto que amava Cecília.
"Carnaval tem Pierrô, Arlequim, Colombina, muito frevo, samba no pé, suor, calor, chuvas de confetes e serpentinas, brilhos, nuances, alegria, amor e poesia..."
Ah! Que saudade dos antigos carnavais de rua.

Elisabete Leite - 08/02/2021
 

VOLTAREMOS ANO QUE VEM

Hoje o nosso carnaval está diferente
Nunca tivemos 'corona' à nossa volta
Nunca sofremos ausência dos amigos
Alegria era um sentimento permanente!

Avenidas sentiam o peso dos nossos pés
O suor encharcava nossas roupas
De cara lavada, sorrisos ao léu
Disposição e alegrias não  eram poucas.

Eu me recuso à frieza do computador
Não sou doente, nem lerdo, nem debilóide
Sou o folião que freva com ardor
O metal que conheço não é  o andróide.

Nada mais gostoso que o frevo de rua
Que faz o folião se encharcar ao sol
E as colombinas em banho de lua
Choram ao som do finado compositor.

Os Levinos se confundem num choro de alegria
Ao som das cuicas e dos metais
E os Ferreiras em lágrimas de saudade
Anunciam seu regresso nos próximos carnavais!

Socorro Almeida
Recife, 08/02/2021

Pandemia

O bloco da Pandemia chama-se, FIQUE EM CASA
Veio do outro lado da terra,
Gente de olhos fechados
Povo trabalhador
Que sem limites
Parecem não ter asas
O mundo todo ficou fechado
Sem a necessidade dos cadeados
Por isso, minha gente
Prestem  muita atenção
O melhor Bloco, é a sua compreensão
Fiquem em casa por favor
Livre-se da maldição
Pois este vírus é letal
E não tem compaixão
Leva o rico e leva o pobre
Para o buraco do chão
Pra essa pandemia
É preciso encontrar solução
Fiquem em casa
Proteja seus irmãos
Dê prioridade a vida
Cuidando da Nação
Pois o carnaval,
Na época de hoje
Serve como uma  lição
Pois  blasfemaram  o nosso Cristo
E isso não tem perdão
Digo dois mil e vinte um
Veio mesmo  pra mudar
O povo desta Nação.

Dueto Emiliano de Melo e Rita de Cassia Soares
08/02/2021

 
Carnaval

Dois mil e vinte um
Não tem o samba nem o frevo no pé,
Não tem o maracatu
Nem também o afoxé
Não tem as rodas das baianas
Nem a nudez da mulher
Não tem o Capiba
Nem o galo da madrugada
Os bonecos gigantes
Da querida Olinda
Vão ficar na calçada
Os trios elétricos
Já estão emudecidos
E nós foliões entristecidos.

Rita de Cassia Soares
Pirpirituba 07/02/2021

 

Gandaia

Eu vou cair na gandaia neste carnaval
Eu vou vestir uma saia bem curtinha
Eu vou ser o índio com cara de mal
Eu vou criar o bloco da galinha


Vamos balançar o estandarte da alegria
Vamos saltar num pé só a rua inteira
Vamos curtir a noite até o dia  amanhecer
Vamos reviver o tempo de brincadeira

Eu e você, ele é ela no frevo de Olinda
De Laurça, de Papangu, de Pacista feliz
Como energia vamos chupar laranja Lima

Venha, o cabeção já vem ao som do trompete
A criançada com a cara melada de maizena
Na Bahia o sucesso é a banda do Chiclete.

Emiliano de Melo
Guarabira 08/02/2021
 CONSELHO DE COLOMBINA

Onde está o Pierrô que nunca mais se viu?
Os clarins de Momo já anunciam a largada
Dos foliões frenéticos e ensurdecidos
Ansiosos o aguardam desde a madrugada.

Tua Colombina aqui está de cabeça baixa
Talvez a se esconder do malvado Arlequim
Esse desafeto arrogante e impiedoso
Não a deixes sucumbir a esperar por ti.

Vem mais rápido que te for possível
Tantos carnavais a deixaste entristecida
A procurar-te entre falsos foliões

Talvez tu venhas a perdê-la  um dia
E esse amor que a domina toda a vida
Quem sabe, renascerá em outros corações!

Socorro Almeida
Recife, 08/02/2021

 
 SAUDOSO CARNAVAL
                                                              De: Baltazar Filho - 09/02/2021

Dizem que o carnaval é a festa dos desocupados
Mas também, outros falam que é a festa dos abonados
O carnaval veste de emoção a alma do folião pra se jogar na avenida,
De forma avassaladora, que atrai e contagia multidão em massa
O Carnaval é a única festa da folia com a mistura de todas as raças
Das travessuras com o lança perfume, do folião com seus fetiches.
É confraternização despida das religiosidades e crendices
Comemoração eufórica na alegria do eterno palhaço Arlequim
Trajados de Colombinas e Pierrôs de maneira tradicional
Seja nas ruas, nos antigos bailes carnavalescos ou nos clubes recreativos.
Nas passarelas do samba, nas casas noturnas a noite virava o dia.
Nos blocos ao ruído da cuíca as mulheres trajavam-se de homens
E os homens mascarados vestiam-se de mulheres pra orgia,
Saudoso carnaval onde ouvíamos a banda passar
Saíamos atrás cantando, levantando a poeira e despedindo-se da dor
Hoje corremos atrás do trio elétrico  pulando na pipoca
Frevando e fazendo pirueta ao som do batuque afro-nagô.
 
 Festa em cada forma

Neste ano o carnaval é diferente
Não tem os blocos que animam muita gente
Não tem o frevo que aquece o coração
A festa da querida Olinda permanece em casa por compressão

Situação comovente e difícil de lidar
Mas para proteger-se tem que se conscientizar
O olhar para o outro e para si mesmo
Fazendo assim carnaval significar aconchego

Faça a folia em casa, brinque e se enrole
Pois a vida é uma festa e precisamos celebrar
Mesmo no cantinho de nosso lar, vamos todos encantar e festejar.

Gabriela Mota, João Pessoa, 09/02/2021

Baile dos Mascarados

Um Mundo sem circo
Não está distante não.
Nos oferecem cura
Mais nada de diversão.
O Carnaval bate à porta,
Sem Galo sem Pitombeiras,
Sem as ladeiras de Olinda
Sem os Papangus de Bezerros
Sem alegorias tão lindas
Ficaram as de enterros.

Talvez apenas um baile
Prá diminuir a tristeza,
O “Baile dos Mascarados”
Poderemos assistir.
Irão governadores, Prefeitos,
Deputados e Senadores,
E todos que usam máscaras
Que já não podem negar.
Que sempre foram mascarados
Bem antes da Pandemia chegar.

E essa tal Pandemia, quem diria
É enredo de escola de samba
Para as tv’s transmitir
Entrar em nossas casas
Sem nada a contribuir.
E mesmo sem permitir
Somos obrigados a assistir
Pois nem mesmo temos,
Direito de desistir
E nem ao Baile ir.

Resistir é preciso
Diante de tantas mentiras
“Eu Quero é Botar meu bloco na rua”
E nele poder desfilar
Sem as máscaras obrigatórias
Junto com Colombinas, Arlequim e Pierrot,
Com Rei Momo e a Rainha,
Majestosos e elegantes
Ao som de Elba Ramalho
Alceu Valença também.

Como diria o Chico,
Que “Apesar de você
(essa tal Pandemia)
Amanhã há de ser outro dia”
Poderemos andar juntos,
Poderemos nos abraçar,
Quem sabe até nos beijar,
Poderemos sair sem máscaras
E nos contaminar
De alegria.

E os Bonecos de Olinda,
Na contra mão dos decretos
Juntos com outros bonecos,
Com os Papangus e Caboclinhos
Maracatus de Nazaré,
O Reggae, o Samba e o Frevo,
As pastoras e a velha guarda
Dos carnavais de outrora
Desfilam na Tiradentes
E Guararapes também.

Com minha camisa do Galo
Com meu chapéu de Almirante
Com minha cerveja gelada
Com minha gente também
Sairemos sorridentes
Pulando de alegria
Com confetes e serpentinas
Com muito amor pela vida
Tomaremos todas medidas
E seremos felizes também.

Jorge Leite, Madalena 09/02/2021


IMAGENS: Ricardo Benevides
                    Google


18 comentários:

  1. Hoje, o blog Maçayó, está comemorando o nosso Carnaval poético, um grande encontro de amigos poetas que se juntaram para fazer renascer a folia de rua em seus diferentes saberes e estilos. O nosso Cantinho do Saber está suspirando de pura emoção, muita diversidade em seus vários olhares poéticos e literário, pois os poetas chegam com muito brilho, cores, grandes reflexões, romantismo, samba, gingado, sentimentalismo e frevo no pé.
    Quero começar destacando os belíssimos e bem inspirados poemas dessa poeta irreverente, Socorro Almeida, que extraiu suas inspirações carnavalescas de dentro da alma e veio desfilar na passarela do Blog conosco. Quero também destacar nossa querida amiga e poeta Rita de Cássia com seus versos que parecem voar no cenário do frevo e que apresentam muita riqueza poética de conteúdo em uma harmoniosa temática de Carnaval. Quero elogiar todos os lindos poemas do nosso querido amigo Emiliano de Melo, que não economizou na criatividade e maestria poética para pular na avenida do Blog. A menina poeta Gabriela Mota chega fantasiada esperança de novos momentos em seus belos versos sentidos. O grande poeta Baltazar Filho traz para o nosso deleite um poema que mostra diferentes estilos na arte de frevar. E fechando o blog de carnaval de hoje, o maravilhoso poeta Jorge Leite que compartilha um belíssimo poema reflexivo de Carnaval e afirma que somente restaram as máscaras sem o frevo. Quero falar da fabulosa arte fotográfica do grande amigo Ricardo Benevides que chega brilhando por aqui com seu gigantesco Galo da Madrugada em seu pedestal. Parabéns para todos vocês amigos e poetas pelos diferentes e inovadores estilos de artes. O blog está de parabéns pelo show de genuína arte em versos carnavalescos! 👏👏👏👏👏👏
    Quero também falar do grande show de imagens, que na verdade, são ilustrações que deixam o cenário grandioso e passam seu recado poético em grande estilo.
    Parabéns para nosso querido Jorge Leite, querido irmão, pela sua magnífica arte final.
    Já minha arte eu deixa para os comentários de vocês porque sem vocês não existiria Carnaval poético.
    Aplausos mil para o nosso carnaval nesse domingo maravilhoso no Recanto da poesia, em companhia dos meus adoráveis amigos e amigas.
    Quero desejar um Feliz Domingo a todos com Paz, Amor, Saúde, alegrias, Fé e esperanças renovadas.
    Obrigada pelo carinho de vocês, como também dos visitantes e leitores.
    Um afago na alma 🤗 e um abraço caloroso no coração ❤️de cada um. Feliz Carnaval em casa!
    Beijinhos 😘❤️🍂🌼🍀🍃🎊🎉


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  2. Bom dia para todos amigos! O que posso falar de um evento espetacular como este, a não ser cair na folia e brincar com vocês até o pôr-do-sol. Todos os poemas estão lindos e bem originais, estão compatíveis com o atual cenário que estamos vivendo, neste tempo de pandemia viral. Pois é pessoal, este ano não teve frevo, mais a gente aguente e espera pelo ano que vem.
    Parabéns meus amigos pelo sensacional momento poético carnavalesco. Tudo lindo das imagens aos versos compartilhados.
    Feliz carnaval e bom descanso!
    Fortes abraços para vocês...

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    1. Obrigada querida amiga Betânia pela ilustre visita e gentil comentário. Linda prova de amizade. Feliz descanso! Beijos 😘❤️🎊🎉🌼🍀🍃🍂

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  3. Aqui estamos mais uma vez, juntos, com o mesmo objetivo...passar, de coração para coração, alegrias e emoções. Hoje o sentido de "interação" está na necessidade de entender que amizade também está na pureza da alma de um poeta. Como ele escreve? Não! Mas, na diversidade dos seus versos, que hoje tem um sentido diferente. Por sermos foliões da terra onde nasceu o frevo; a terra de Capiba, Nelson Ferreira, e tantos que muito nos alegraram com seus frevos "quentes, ou frevos líricos dos blocos da saudade. Saudade é o tema de hoje...nos versos de Bete Leite, e do mano Jorge,no lirismo de Gabriela, nos versos do irreverente Emiliano, na simplicidade de Rita de Cássia, na diversidade dos versos de Baltazar...e até nos meus, saudosista como sou, mas depondo aos pés de todos, toda a minha admiração, afeto, gratidão e consideração por todos esses anos que estive por aqui. Cada poema aqui postado e publicado para o mundo, nos deixa a certeza do nosso talento, desse dom que Deus nos deu, que se intensifica a cada domingo.
    Parabéns, poetas! E parabéns pra mim por ter tido o privilégio de conhecer grandes vultos da literatura, grandes vultos da poesia.
    Até breve, se Deus quiser!

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    1. Obrigada querida amiga e grande poeta Socorro Almeida, nós e o Blog agradecemos sua constante participação e maravilhoso comentário. Beijinhos ❤️😘❤️🎊🎉🌼🍀🍃🍂

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  4. Parabéns aos poetas pelo grandioso momento de arte. 👏👏👏👏 Um ótimo carnaval em casa para todos nós.

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    1. Obrigada Ricardo pela atenção e carinho de semore ao compartilhar no Blog suas adoráveis imagens fotográficas. Forte abraço!🤗🎊🎉🌼🍀🍃🍂

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  5. Desfile poético, um carnaval diferente com toda irreverência dos poetas é a avenida colorida dando vida aos foliões da poesia. Tudo muito lindo! Meus agradecimentos aos poetas responsáveis por este carro alegórico Blog Macayo Dr.Jorge Leite e sua irmã Elisabete Leite ambos tenho carinho admiração e respeito. Que nossas poesias sejam eternas no frevo, no samba, no axé ,pois este é o bloco da POESIA desfilando em um carnaval diferente.
    Desejo aos poetas, leitores amigos um domingo de paz e saúde.
    Rita de Cassia Soares
    Pirpirituba Paraíba Brasil
    14/02/2021

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    1. O Blog é nós agradecemos sua participação constantes no Recanto do Saber. Gratidão e carinho pela sua amizade. Beijinhos em seu coração 😘❤️🎊🎉🌼🍀🍃🍂

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    2. Ao invés de *irreverência* a palavra é *ousadia*
      RITA DE CASSIA SOARES

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  6. Galera me desculpem. Estou aqui e corri pra lê os pias e fazer o meu comentário. Que hoje estou verdadeiramente procurando palavras para falar da minha emoção com tantos verso ricos e intelectos. Deixa eu começar por esta Deusa da literatura tá. Elizabete que poemas belos! Esse carnaval só na saudade é esplêndido. A gandaia do poeta melo um desfile de versos hilários, hoje temos uma página glamourosa de poetas filósoficos. Parabéns socorro Almeida sempre fenomenal um crânio na poesia, GabrielaMota e Ritade Cassia, quanta magia em suas rimas poemas espetaculares de infinita grandeza, e esse dueto de Rita e Melo, simplesmente belo. Jorge Leite sem dúvidas uma sumidade, sua potencialidade literária é de uma competência única. Um beijão em todos estou radiante com esse quadro tão belo de hoje. O Macayo bombou. Senti a falta de Marisa

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    1. Obrigada pelo ilustre comentário poeta Baltazar Filho, o Blog é nós agradecemos pelo sua participação constantes em nosso Cantinho do Saber.
      Forte abraço!

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  7. Neste belo domingo apreciamos essas linda poesias, que alegram esta semana que infelizmente muitos não vão festejar como querem, mas aqui no blog podemos festejar a saudade e apreciar em lindos versos o amor que temos por esta festa de nosso amado Brasil! Como sempre é uma alegria e honra participar deste blog encantador, quero agradecer a Elisabete Leite e Rita por todas as oportunidades e a todos pelos comentários! Poemas extraordinários que aquecem o coração como sempre, gratidão e beijo a todos😘😘💖💖 - Gabriela Mota

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    1. Oh! Obriga pelo carinho de sempre menina Gabriela, eu fico lisonjeada pelo seu comentário e participação de sempre.
      Beijinhos 😘❤️

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  8. Obrigado Ricardo pela visita ao Macayo ao seu carinhoso comentário.

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  9. O carnaval só acaba quando a sabumba para de fazer suada, fica um silêncio danado. O folião esgotado ainda ensaia uns passos, mas já sem graça, pois as baterias necessitam ser carregadas.
    O Macayo também deu seus passos de carnaval, subindo e descendo as ladeiras dá folia.

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    1. Obrigada pela sua presença é colaboração no Blog com suas lindas e criativas poesias. Gratidão pela sua amizade.
      Bom dia, amigo poeta Emiliano de Melo.📖🔖🎉🎊

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