domingo, 28 de agosto de 2022

Vida Cigana


Blog  Maçayó

Edição   nº 504

 Tema das Imagens : Arte de Rua
 
 LEITURA   DE   DOMINGO
 
 
 O CASARÃO

          Era uma linda manhã de outono, o clima estava ameno e o vento soprava com grande intensidade, parecia até que ele queria adentrar pela janela do velho casarão para roubar a fragrância matinal da doce Elisa, que gostava de ficar debruçada na janela sonhando acordada.
          A jovem Elisa herdara dos pais falecidos um antigo casarão, ela morava lá sozinha, na companhia das reminiscências do seu passado e os fantasmas da sua infância. Garota sonhadora que alimentava um amor proibido e não correspondido, pelo seu professor de Português da Universidade, ela vivia suspirando pelos quatro cantos do antigo casarão. Amava deitar na rede e ficar improvisando uns versinhos rimados, coisas de Poeta. Elisa tinha olhos amendoados, cabelos loiros e encaracolados; ela mesma não se considerava uma garota bonita.
            A garota acabara de tomar seu chá vespertino e resolveu improvisar alguns versos, deitou-se na rede e foi construindo suas rimas. Logo, se imaginou sendo um rio em busca de um mar para desaguar: "Sou um rio de emoções que corre e recorre ao mar de seu coração". Sua inspiração foi quebrada pela voz de uma senhora, que dizia:
           -  Olá Jovem, posso entrar?! Preciso, urgentemente, falar-lhe. Tenho um recado para você.
          Elisa ficou assustada, mas foi abrir o portão que vivia emperrado, pela ferrugem, provocada pela ação do tempo. Abriu o portão devagar, e perguntou-lhe:
          - O que a senhora deseja? Bom Dia!
          Uma senhora de cabelos grisalhos, como capuchinhos de algodão, compassadamente, respondeu-lhe:
          - Sou uma velha cigana, de passagem por aqui. Posso ler a sua mão? Pois tenho uma mensagem especial para a jovem senhorita. Bom Dia!
          Elisa estendeu sua mão direita, e a senhora foi desvendando o futuro da garota. "Começou dizendo que naquele casarão tinha um tesouro escondido que servirá para a reforma do imóvel; falou também que ela iria encontrar o grande amor da vida dela, e que eles seriam felizes para sempre."
           A garota, mesmo sem acreditar no destino, deu um pouco de dinheiro e uma refeição saudável para a idosa cigana, que saiu logo em seguida.
          Elisa ficou pensativa, e como era sonhadora por natureza, foi procurar o tal tesouro nos diferentes cômodos do velho casarão, ela sabia que o imóvel precisava urgente de reformas e conservação; já cansada de tanto procurar, sem sucesso, foi à sala de leitura, lá começou a folhear alguns livros; foi só em um velho diário pertencente à sua avó materna, que ela encontrou uma pequena chave pendurada no mesmo, que abriria o referido objeto. A garota abriu o diário e foi lendo o conteúdo, enquanto as lágrimas rolavam pela sua face rosada. Dentro do diário ela encontrou um saquinho com 10 pedras de diamantes. Ficou inerte sem saber o que fazer; foi então que resolveu vender o tesouro encontrado e apurou um bom dinheiro. A jovem Elisa tinha um bom coração, com uma parte do dinheiro ela iniciou a reforma do casarão, e a outra parte ela resolveu doar ao abrigo de idosos que ficava próximo ao velho casarão...
          No outro dia, Elisa foi ao abrigo praticar sua boa ação, chegando ao local de destino, encontrou a velha cigana sentada em uma cadeira de balanço quase dormindo. De repente, algo chamou a sua atenção, um jovem rapaz declamava uns versos para um casal de idosos. Ela ficou surpresa quando ouviu os versos: "Sou um rio de emoções que corre e recorre ao mar de seu coração." A garota se aproximou do rapaz, e perguntou-lhe:
           - Sou Elisa, pode me dizer onde ouviu esses versos?!
          O rapaz olhou para Elisa, e respondeu-lhe:
          - Oi, sou Augusto! Foi a dona Damiana, uma cigana que mora aqui no abrigo há bastante tempo. Olha lá, é aquela que está sentada na cadeira de balanço!
           Elisa chorou de tanta emoção! A garota fez a doação e ficou conversando com Augusto, que era um voluntário da Instituição.
          O tempo passou... Os dois se apaixonaram, se casaram e foram felizes para sempre. Elisa e Augusto transformaram o velho casarão, agora reformado, em um lar para idosos.
Acredita quem tem Fé e bom coração!

Elisabete Leite
 
 UM SONETO IMPROVISADO

O sol resplandece brilhante no céu
Pensamentos buscam o seu olhar
Nuvens vagam fascinantes ao léu
Dúvidas influenciam o meu pensar...

As horas demoram uma eternidade
O coração bate em ritmo acelerado
Ah, minha vida padece de saudade!
Meu corpo em pedaços, dilacerado...

A tristeza rouba a minha liberdade
Lágrimas deixam o rosto ensombreado
O inane d'alma leva minha felicidade...

Enquanto o mundo continua esmerado
Já os versos têm várias sonoridades
Nesse nostálgico soneto improvisado.

Elisabete Leite
 
 LEITURA COMPLEMENTAR
  Quem são e de onde vêm os ciganos?

Ainda hoje, a origem do povo cigano continua envolta em mistério.
Por: Redação Mundo Estranho Atualizado em 14 fev 2020, 17h48 - Publicado em 18 abr 2011, 18h55.

Ainda hoje, a origem desse povo continua envolta em mistério. Suas histórias sempre foram transmitidas de geração para geração pela tradição oral, o que cria muitas lendas e não deixa registros precisos. Alguns especialistas acreditam que eles surgiram na Índia, já que o idioma falado pelos ciganos tem muitas semelhanças com várias línguas do subcontinente indiano. Mas também existem indícios que apontam para outra região. “Nas antigas lendas ciganas, constatamos referências bíblicas que podem nos direcionar a uma origem na Caldéia (região que hoje pertence ao Iraque) e não na Índia. Outro ponto significativo é a crença em um único Deus criador, Devel, o que os aproxima da história de povos semitas, ao contrário do que seria esperado de uma origem indiana, com suas várias divindades”, afirma a geógrafa Solange Lima Guimarães, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), autora de uma tese de doutorado sobre os ciganos.
Caso eles possuam mesmo raízes no Oriente Médio, é provável que tenham surgido alguns milênios antes de Cristo. Qualquer que seja o ponto de partida, sabe-se que eles se deslocaram do Oriente para o Ocidente até chegarem à Europa no fim do século XIV. Nessa época, os ciganos foram perseguidos pela Inquisição, o tribunal da Igreja Católica que julgava crimes contra a fé. Como conviviam tanto com mouros quanto com cristãos, os ciganos oscilavam do paganismo ao cristianismo, o que bastava para serem acusados de heresia. O pior é que os preconceitos em relação à religiosidade, à cultura e ao modo de vida nômade desse povo não ficaram restritos à Idade Média. Séculos mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os alemães mataram cerca de 400 mil ciganos, vítimas da ideologia nazista que defendia uma raça supostamente pura, a ariana, na Europa.
Hoje, calcula-se que existam de 2 a 5 milhões de ciganos no mundo, concentrados principalmente na Europa Central, em países como as Repúblicas Checa e Eslovaca, Hungria, Iugoslávia, Bulgária e Romênia. Durante as andanças pelo mundo, eles influenciaram a cultura de várias regiões. Um bom exemplo vem da Espanha, onde a rica tradição da música e da dança ciganas deu origem ao flamenco.
Migração intercontinental Os ciganos só chegaram à Europa no século XIV. Não se sabe se os ciganos surgiram na Índia ou no atual Iraque, mas de um desses dois pontos eles rumaram para o Ocidente, chegando à Europa pela região da Armênia, por volta do século XIV. De lá, atravessaram o continente até alcançarem as ilhas britânicas e a península Ibérica. No século XVII, os ciganos já haviam se espalhado por todos os países da Europa e deles seguiram para colônias na América e na África. O documento mais antigo referente à presença dos ciganos no Brasil é de 1574.

Pesquisa:
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quem-sao-e-de-onde-vem-os-ciganos/
 
 
 ENCONTRO   DE   POETAS
 
A ESPERANÇA NÃO MORRE

Não há devaneios num abraço sem amor
Tantos experimentamos numa busca sem precedentes
E aquela paixão que só nos trouxe a dor
Esquecemos em algum lugar de nossas mentes.

Fugimos do óbvio, do lógico, encaramos a dor
Aceitamos tudo menos a verdade, no entanto
Estavam diante de nós os nossos espelhos
Que nada refletiam, senão o nosso pranto!

Como a natureza é mutável, os sentimentos também
Entre um tombo e outro, mudamos as direções
A esperança não morre nunca, e pro nosso bem
Vamos seguindo as diretrizes de nossos corações!

Socorro Almeida
Recife, 21/08/2022
 
 O AMOR É UMA LOUCURA

Hoje senti quanto o amor é maravilhoso
Há quem o julgue um devasso, um vadio
E às vezes ele é tanto quanto vagabundo
E outras vezes ele é doce, terno e arredio.

Eu não sei qual deles eu prefiro, para suprir
O espaço que há muito tempo está vazio
Não me defino, eu sou no mínimo sem juízo
Querer que não me julguem, por me reprimir.

Os apelos são frequentes, de ambos os lados
Ainda bem que são, pra não me sentir tão louca
Nesse derrame de insensatez ou de luxúria...
 
Nessas horas que os beijos me são dados...
Aquelas palavras não saem da minha boca
E já sem domínio, me atiro nessa loucura!

Socorro Almeida
Recife, 20/08/2022
 
  Colibri da Solidão
Joseraldo Silva Ramos

No jardim da minha solidão
Vi um colibri mirando as flores
Nectando delas todos os sabores...
Vi suas pétalas caírem ao chão.

Em seus movimentos perfeitos
Tal qual uma bailarina no palco
Extasiado como um ébrio no álcool
Senti em meu ser aqueles efeitos.

Assim como aquele colibri,
Vagando no jardim da solidão
Eu só queria um pouco de ti.

Feito um mendigo buscando pão
Talvez um motivo para sorrir
E afastar de vez esta solidão.
 

 Inventei letras para conversar
Até mesmo com pessoas ausentes
Pus no papel, tentei-as aprisionar
Mas signos de sons, eram volantes

Esses signos de coisas que pensei
Na escrita não ficaram, pois alguém
Me fez lê-los em voz alta, pasmei
E alguém, ao longe, as escutou também

Elas criaram asas, partiram
Crendo que, livres, podiam voar
Ao encontro de alguém, elas saíram

Não mais silentes; foram viajar
Ficassem ali escritas; morreriam
Sem a voz que pudessem expressar

rioquepassa
 
Em enlevo, teu jardim eu percorro
Sentidos à busca de teu fruto
O olho bato, ei-lo à árvore, a ela acorro
Mas certo de que é grave o usufruto

És árvore que meu ser deseja
Por meus olhos faço a tua leitura
Que turba, não se faz benfazeja
Conforme a sina da Escritura

Nesse ato da visão me debato
Confunde como sendo bem querer
Nesse desejo eu me desbarato

És fruto que se possa oferecer
De árvore bela a meu olho insensato
Que anula, aniquila meu triste ser

Rio que passa

ESTREANTES (no Blog Maçayó)
 
Nely da Costa Barbosa, nasceu em agosto de 1969 em Recife – PE, graduada em História pela Universidade Católica de Pernambuco, estudou música na Universidade Federal de Pernambuco e no Conservatório Pernambucano de música. Atualmente desenvolve pesquisa na área de cinema, mais especificamente sobre o trabalho do cineasta pernambucano Camilo Cavalcante. É apaixonada pelos livros e toda forma de arte. Começou a se aventurar na escrita ainda muito jovem, mas só agora decidiu compartilhar suas experiências com o público, acreditando estar vivendo um momento mais prolífico e mais tranquilo para se dedicar a essa arte.

Carolina

A escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, mulher preta, pobre, nos conta em seu livro “Quarto de despejo”, que quando estava com fome, via tudo amarelo. A fome tem cor!
Diante da potência da sua escrita, me pergunto:
Será que essa palidez é o temor dos homens, mesmo daqueles que dos arranha-céus conseguem tocar as estrelas quando a noite cai. Ou será a cor do dia quando se levanta, sem o dourado do sol, só restando-lhes o cinza do céu nublado, não permitindo-lhes ver as estrelas?
Sim, as mesmas estrelas que brilham à noite, que permite-lhes o toque, queimando as pontas dos dedos como se fossem um pavio conduzindo o fogo, percorrendo as artérias, até tocar o coração e deixá-lo em chamas, que exausto se deixa abater.
O sol se abre como uma boca, prestes a engolir o mundo, aquece, restaura, e a palidez é força. Força que faz seguir, que nutre, que restaura, que persegue os sonhos e que cala o medo. Força que transforma, que arregala os olhos, arregala o peito, arregala a vida, que respira ofegante e já não teme a chuva, levanta-se, abre os braços e olha para o céu, implora e espera até que a nuvem arrebente, lave o seu corpo, limpe os vestígios do fogo e convide: Segue!

Nely Barbosa
 

Maiza Juliana Xavier de Oliveira Barbosa, nascida em Pirpirituba/PB. É estudante da E.M.E.F - Deputado Humberto Lucena. Começou a gostar de poesia aos oito anos de idade, numa apresentação da escola, onde estudava no 5° ano do Ensino Fundamental, mas só aos treze anos, resolveu escrever seu primeiro poema. Escreve com muito amor e grande inspiração.
 

 O AMOR ENVELHECEU

O amor que falou
Te amo
Falou a Deus

A boca que falou
Amor
Falou tremores

O abraço que me
Sustentou
Desapegou de mim

A amores que vão e voltam
Vem e vão
Se frustrando
E se calando

Não há um choro seu
Que eu não escute
Não há lágrima sua
Que eu não ouça

Afinal, o amor existe?
Ou só amizades fraternas?
Loucuras e tensões
Climas e indecisões

Nunca ame alguém profundamente
Pois um dia...
Esse amor
Abandona a gente!

Maiza Xavier
Pirpirituba-PB - 09/08/2022
 
 O Sol

E a história se repete
Mais um dia ensolarado
O calor aquecia meu corpo
E esquentava minha alma.

As águas do rio evaporaram
E o suor do meu corpo
Caía diante do volante do carro.

O sol aquecia a mínima flor do jardim
Que até as mais belas borboletas
Não conseguiam pousar.

O clima tropical
Era divertido na praia
As crianças brincavam
E se divertiam no mar.

O vento até era forte
Mas nada conseguia disfarçar
O calor à beira-mar!
 
 Maiza Xavier
Pirpirituba-PB - 08/08/2022
 
 
 NO AMANHECER

No amanhecer do dia
A mente flutua nas nuvens
O olhar é para o teto do quarto
E o pensamento carrega na alma
A alegria de acordar.

Viver sem pensar no tempo
Sonhar sem ver o tempo passar...
Que vida louca é essa?
É a vida que eu quero levar!

A semana corrida
O dia é longo
Cada hora é uma eternidade
Cada minuto é um plano.

Vivo sem imaginar
Corro sem andar
Penso levemente
E minha mente flutua no ar.

Maiza Xavier
Pirpirituba-PB - 08/08/2022
 
 
 
Heverson Santana da Silva, nascido na cidade de Natal/RN em 1º de março de 1992. Desde criança já escrevia algumas rimas; mesmo sem ter uma boa ortografia e nem uma base de concordância textual, assim promoveu seus primeiros passos no mundo da escrita.
Sempre teve muitos sonhos, um deles a vontade de um dia ser escritor e criar algo novo, contribuindo com o universo literário.
 

  PENSAMENTOS
Por: Heverson Santana


"Não deixe que a tua mente te enfraqueça, reforce a plenitude da alma, florindo a consciência de sabedoria."

"Desde que existam memórias, as pessoas que nos aproximamos nunca serão apagadas."

"A essência da bondade só atinge seu potencial quando é preenchida com amor."

"Infelizmente, a morte vem como um panfleto: sem endereço, mas sempre encontrando um destinatário; em qualquer hora pode ocorrer a última partida. Portanto, desfrute de todos os momentos, valorize os dias, e aproveite cada segundo."

"No amor, o coração é um personagem que sobrevive exclusivamente de carinho. Como uma bateria, o coração necessita sempre ser recarregado."

"Nem tudo é reciclável, algumas pessoas não mudam. Então, pare de dar pinceladas em quadros que já não absorvem tintas."

"À medida que a lua tem suas fases, a vida tem seus ciclos. Evolua sempre, mas nunca perca seu brilho."

"Espalhe sempre o amor, mas antes regue o coração com amor-próprio."

"Às vezes é necessário refletir através dos versos, a reflexão nos dar a capacidade de conduzir melhor a nossa vida."

"Qualquer forma de opinião, conceito de algo, nem sempre terá as mesmas visões em seus critérios."

 
 CANTINHO     DO     EDITOR
 
Dúvidas

Dúvidas que assolam minha alma,
São demônios que fustigam o meu ser,
São temores que perturbam minha calma,
São desejos que machucam meu viver,
São sonhos que se desmontam no cotidiano
Desfazendo em pedaços meus castelos
Feito de cartas de um baralho desgastado
Pelo tempo, pela vida e pela dor.

Jorge S Leite
Recife, 11/1992 

Madalena, 27/2022

Teós

Não sou um Teófobo,
Isto não podes negar
Por mais que queira Teologizar
Não posso me deixar enganar
Se pretendes num Teomaníaco
Me transformar.

Porém se de Teomancia sofrer
Agradecerei por Ele me escolher
Mesmo se um Teogastro for.
Não queiras me convencer
De fazer Teomancia
Pois você não entende
Nada de Teologia.

Um dia acredite
Teogonista serei;
E quando menos esperar.
Em minha Teofania
Teopsia terei,
E seu Teologismo
Desmascararei.

Para meu grande amigo
Osny Messo Onório,
Em 05/08/91.

Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa para entender a poesia Teós.
1. TEÓS – Deus, Divindade.
2. Teófobo – aquele que tem Teofobia
3. Teofobia – Horror a Deus.
4. Teologizar – Discorrer à cerca de Teologia
5. Teomaníaco – aquele que sofre de Teomancia
6. Teomania – Loucura enviada pelos Deuses
7. Teologastro – Teólogo Medíocre
8. Teólogo – especialista em Teologia
9. Teomancia – adivinhação por suposta inspiração Divina
10. Teologia – ciência dos Deuses
11. Teogonista – pessoa versada em Teogonia
12. Teogonia – Doutrina Mística
13. Teofania – manifestação de Deus
14. Teopsia – aparição súbita de uma Divindade
15. Teologismo – abuso dos princípios teológicos.

OBS: este pequeno dicionário é uma cortesia da “Dellirium Tremens Editora”, responsável pelas “obras” do “Poeta” Jorge S Leite.
Brincadeirinha.

 Nota: Osny Messo Onório, hoje é um Pastor Evangélico que exerce suas funções em São Paulo, em 1991 frequentava o curso de Teologia. Foram travadas naquela época grandes batalhas, grandes debates, com grandes ensinamentos e inesquecíveis bebedeiras.
                          Jorge Leite, Madalena, 27/08/2022.



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